sexta-feira, 1 de novembro de 2019

LIVRO EM CONSTRUÇÃO - SEGREDOS XIV

SEGREDOS – CAPÍTULO XIV


SEGREDOS – CAPÍTULO XIII
“…Um dia, inesperadamente, já que, durante o dia, Alessandro não telefonava, Nanda olha para o visor do telemóvel que começara a tocar e vê, algo apreensiva, que quem lhe estava ligando era o seu namorado…”

SEGREDOS – CAPÍTULO XIV
Falando apressadamente Alessandro pediu-lhe que fosse ter com ele à porta da Faculdade de Ciências, onde ele trabalhava, pois precisava falar com ela urgentemente.
Nanda, com o coração apertado, dirigiu-se o mais depressa que pôde para o local indicado. Ele já a esperava, e mal a viu apertou-a com uma força inabitual.
- Amore mio, tenho uma notícia muito triste para te dar… - pronunciou estas palavras em voz entrecortada, mantendo-a apertada nos braços.
Nanda afastou-o suavemente e com voz trémula perguntou:
- O que se passa? Estás a deixar-me nervosa.
- Amore, ligaram-me de Milão. Tenho de lá ir imediatamente. Não percebi muito bem… mas parece que acabaram de fazer uma descoberta relacionada com a minha investigação aqui… e precisam que eu vá ver e colaborar na continuação dos trabalhos.
- E sabes, ao menos, por quanto tempo vais lá estar? – Nanda gaguejou a pergunta.
- Também não sei, amore mio, mas quando lá chegar e souber, informo-te imediatamente – havia lágrimas escondidas na voz de Alessandro.
Nanda encostou-se de novo ao corpo do namorado e deixou as lágrimas correrem-lhe pela face. Não conseguia pronunciar uma palavra. Estava em choque. Como poderia continuar a viver sem as tardes que passavam juntos, quer no Ap. quer passeando à beira rio? Rapidamente pensou na hipótese de ir com ele. Mas imediatamente pôs a ideia de parte. As aulas tinham começado há duas semanas, não podia ausentar-se agora. Se ainda estivesse de férias… arranjaria uma mentirinha qualquer para dizer aos pais…
Alessandro interrompeu-lhe os pensamentos:
- Amore mio, o que vais fazer agora?
- Ainda tenho uma aula hoje…
- E tens mesmo de ir? Não queres ajudar-me a fazer a mala? O avião é amanhã de manhã, e já arrumei tudo no trabalho…
Nanda não hesitou um segundo:
- É claro que te vou ajudar! As aulas estão no início, praticamente não damos matéria. Vou contigo, sim. E depois, se quiseres, podemos ir jantar a qualquer lado – insinuou.
- É uma ideia excelente! É o nosso jantar de despedida – acrescentou ele, com voz triste.
- Deixa-me só avisar a minha Mãe de que vou chegar mais tarde.
Nanda ligou à mãe e, para além de lhe dizer que não chegaria a horas do jantar porque ia para casa duma colega passar a limpo apontamentos das aulas, ainda acrescentou que, se acabassem muito tarde, dormiria lá. A mãe não se opôs minimamente.
Depois do telefonema puseram-se a caminho do apartamento de Alessandro…
***
O dia ia declinando e aproximando-se da noite. A casa estava limpa. Havia que tratar do Tejo. Pôs-lhe a coleira e saiu para o habitual passeio daquela hora, o último do dia.
- Aproveita para fazer o chichi todo, que só amanhã voltas à rua – disse, dirigindo-se ao cachorro. Ele pareceu entender as palavras da dona e alçou a perna mais uma vez.
Ao regressar encontrou no hall de entrada a amiga Amélia, a vizinha do 1º. andar esquerdo, que tinha acabado de levar à rua a sua cadelinha Diana, a namorada do Tejo. Estava à conversa com Carla, que fora buscar os gémeos ao infantário. Nanda juntou-se-lhes para dois dedos de conversa, enquanto Diana e Tejo aproveitavam para matar saudades, lambendo-se mutuamente.
- Estava aqui a dizer à doutora Carla que o meu vizinho de cima, o António, está cada vez pior – comentou Amélia.
- Ai, ai, ai que me vou zangar, Amélia – atalhou Carla. Quantas vezes tenho de lhe dizer que não quero que me trate por doutora? Somos ou não somos vizinhas e, espero que também amigas…? E, para além disso, eu agora nem estou a exercer, sou uma simples dona de casa e mãe de dois gémeos – acrescentou com um sorriso.
- Não leve a mal, doutô… desculpe, Carla! É falta de hábito… por a termos cá há pouco tempo… Voltando-se para Nanda, acrescentou:
- Mas é como estava dizendo à… Carla – sorriu. O António está cada vez mais insuportável. Parece que está à espreita a ver quando eu chego para me vir atezanar a cabeça.
Nanda deu uma gargalhada.
- Ó Amélia, será que não consegue perceber o que se passa? Estou farta de lhe dizer! Aquilo é amor recolhido! – e continuava a rir.
Carla olhava para ambas com um meio sorriso, sem entender o que motivava tal galhofa.
Nanda tentou esclarecê-la:
- O vizinho do 2º. Direito, o António, tem uma paixão assolapada pela Amélia, mas como ela não lhe dá trela… passa a vida a chamar-lhe a atenção.
- Qual paixão qual quê? – respondeu Amélia. Se isso fosse verdade eu até nem me importava, porque jeitoso é ele – e deu uma gargalhada.
Mas não, Nanda, não é nada disso. É mesmo um velho rezingão, é o que ele é.
- Mas afinal o que é que ele faz, para a deixar assim irritada? – perguntou Carla.
- Faz-me a vida num inferno, se quer saber. Sempre a refilar contra o barulho que eu faço em casa. Onde é que se viu no andar de cima ouvir-se o barulho do andar de baixo? O contrário é que é verdade… Por exemplo, a Nanda, que mora por baixo de mim é que podia queixar-se…
- Podia – respondeu Nanda – mas não tenho razão para isso. O pouco rumor que ouço não me incomoda nada. Afinal… na sua casa não funciona nenhuma escola… Tem quantas alunas? Duas…três…? Que barulho é que podem fazer tão poucas pessoas? Na verdade não me incomodam nada.
- Ah! A Adélia tem alunas? -perguntou Carla. E dá aulas em casa? Então somos colegas… Não fazia ideia…
Amélia olhou para Nanda como que a pedir socorro, e respondeu, meio constrangida:
- Bem, não é exactamente a mesma coisa. A Carla é professora de alemão… eu ensino dança no varão…
- Ah! Mas que interessante – atalhou Carla - Não fazia a mínima ideia… Desculpe, Amélia, mas tem que me deixar assistir. E… se não se importar… eu até gostava de experimentar, e se vir que tenho jeito… até me faço sua aluna. Se concordar, é claro!
Quase se pôde ouvir um suspiro de alívio de Amélia ao ver a reacção de Carla. Sentia-se pouco à vontade sempre que se falava na dança do varão, pois receava que as pessoas a julgassem erradamente.
Aprendera a dançar no varão num período da sua vida em que atravessou grandes dificuldades económicas e teve que suplementar o mísero ordenado que ganhava como caixa numa loja, com o trabalho num bar, frequentado pela “alta finança” – o que lhe valia gordas gratificações, normalmente acompanhadas de convites para “um particular”.
Amélia aceitava as gorjetas, agradecia, e declinava os convites. Limitava-se a fazer o seu número de dança e ia-se embora.
O gerente, seu amigo, persuadia os clientes a não insistirem. “Afinal, ela não era a única dançarina lá no bar. Embora fosse a melhor, as outras também eram bastante boas…E assim convencia os clientes.
Logo que arranjou emprego como recepcionista num consultório médico, largou o bar. Conseguia conciliar o novo trabalho com o de caixa na loja, e assim a sua situação económica melhorou substancialmente.
Perante a reacção de Carla ao saber da sua ocupação ficou radiante e de imediato respondeu que teria nisso o maior prazer.
- Quando a Carla quiser… é só dizer. De momento tenho só duas alunas. Costumo ter três, mas uma, estudante, foi fazer um estágio ao estrangeiro e só regressa daqui por alguns meses.
- Fica combinado. Vou falar com o meu marido. Tenho a certeza que ele não se vai opor, mas preciso que esteja cedo em casa para ficar com os gémeos enquanto eu for à escola de dança – disse, sorrindo alegremente.
Nanda resolveu espicaçar Amélia:
- Parece-me que toda essa conversa acerca da dança foi só pretexto para desviar o assunto dos amores de António e Amélia – riram todas.
- Ai, Nanda, que se o amor é isto o que não será o ódio – respondeu Amélia, aderindo à brincadeira.
- Minha amiga, não se esqueça que o amor e o ódio andam muito perto um do outro, de tal modo que, às vezes, até se confundem…
Carla interveio:
- Vocês não imaginam a curiosidade que me despertaram. Eu preciso conhecer esse apaixonado da Amélia!
- A Carla já o deve ter visto – respondeu Nanda. É um homem muito bem parecido, gentil e simpático. Menos para a Amélia – acrescentou, em tom de brincadeira.
- É mesmo isso! Muito boa figura, alto, e, apesar dos seus 60 anos, (é mais ou menos essa a idade que ele aparenta) não se lhe nota uma gordurinha fora do sítio – respondeu Amélia, em tom sério. E, segundo consta, até tem uma boa situação financeira. Só é pena aquele feitio azedo… Mas eu sei que é só comigo, porque já o tenho observado sem ele ver, e é todo salamaleques com as outras pessoas…
- Acredite no que lhe digo, Amélia. Aquela é a forma que ele arranjou para disfarçar o amor que sente por si. Eu bem vejo a maneira como ele olha para si nas reuniões de condóminos, quando pensa que ninguém o está a observar – respondeu Nanda, em tom sério.
- Não brinque comigo! Se isso fosse verdade – e olhe que eu até nem desgostava da ideia – para que é que ele anda sempre a embirrar comigo?
- É como eu lhe disse, o homem é tímido, tem receio de mostrar os seus sentimentos e não ser correspondido…
- Ai é? Querem ver que eu tenho de lhe tirar a timidez? – riu Amélia.
- Parece-me que é o melhor que tem a fazer! Quanto a si, Carla, na próxima reunião de condóminos apresento-lho. É um homem muito educado.
E agora, minhas queridas amigas, vou entrar e tentar descansar porque amanhã é um dia grande para mim – rematou, com um ar feliz.
- Dia grande? - perguntaram Amélia e Carla, quase em uníssono. E pode-se saber porquê?
- Claro que sim. Amanhã vou ter a última entrevista com o engenheiro Carvalho Araújo, meu futuro patrão. Por isso vou fazer o meu sono de beleza, e depois arrumar uma roupa bem bonita, para me apresentar toda charmosa – respondeu, tentando disfarçar o nervosismo que, na realidade, sentia. Sabia que aquele emprego era muito importante para a sua vida, e precisava dar tudo por tudo para conseguir chegar a acordo com o engenheiro.
- Sono de beleza? Roupa bonita? – Amélia falava num tom duvidoso. Como se fosse preciso… Linda e elegante como a Nanda é, não precisa desses sonos… e qualquer trapinho lhe fica bem.
- Concordo com a Amélia – acrescentou Carla.
- Vocês são muito simpáticas, agradeço muito, mas prefiro tomar as minhas providências. Vamos, Tejo! 
Nanda abriu a porta da sua casa e despediu-se com um “até amanhã”.

Maria Caiano Azevedo

41 comentários:

chica disse...

Mais um capítulo lido com atenção e carinho! Gostei e repito que és rica nos detalhes. Tudo lindo aqui! Ótimo novembro! bjs, chica

esteban lob disse...

Emotivo capítulo, Mariazita. La historia quedó en suspenso total.

Abrazo.

Os olhares da Gracinha! disse...

Foram bons momentos de leitura!
O meu aplauso 👏

Ruthia disse...

Será que todos os adolescentes mentem assim descaradamente às mães? É que o meu já é um "pré-adolescente" como ele próprio se descreve. Ansiosa pelo desenrolar da história.
Beijinho e bom feriado
Ruthia d' O Berço do Mundo

Fá menor disse...

Gostei muito de mais este episódio. Tantas vidas a descobrir!

Continuação de feliz dia 1, na companhia de Todos os Santos. E um dia de sábado, na comunhão com todos os que partiram antes de nós. E viva o terceiro dia, na esperança do Domingo sem ocaso.
Bom mês de Novembro!
Beijos.

SOL da Esteva disse...

Não há boas causas quando se mente. É apenas mentira. A felicidade jamais se constrói em cima de pequenos erros de enganos.
Não sei se o caminho da Nanda está no rumo certo ou se ela ainda vai aprender que as paixões podem não ser ou ter amor.
Veremos...



Beijo
SOL

Jaime Portela disse...

A história continua em bom ritmo e com a magnífica narrativa de sempre.
Fico à espera do próximo capítulo.
Espero que andes bem de saúde. Não te molhes...
Mariazita, tem um bom fim de semana.
Abraço.

Antonio Pereira Apon disse...

Gostando. Uma envolvente construção.

Te convido para ler: 😎 Nem verdade nem mentira, muito pelo contrário.
Um abraço. Tudo de bom.

Diná Fernandes disse...

Bom dia querida Mariazita.

Gostei do que li, vamos ver o desfecho desse envolvente conto escrito com maestria.
Bom final semana.
Bjkss

Emília Pinto disse...

Sempre à espera do dia 1o para ver as novidades sobre a Nanda. Não sei, mas parece-me que ela ainda vai voltar para o ex, mas....tu é que sabes, querida Amigs e temos que ir lendo os capítulos com paciência, sem tentar adivinhar. Espero que estejas melhor, pois li por aí que estavas com um probleminha de saúde; com este tempo esquisito não se espera outra coisa. Fica bem, querida Mariazita e boa noite. Um forte abraço carregadinho de amizade
Emília

Daniel Costa disse...

Querida amiga Mariazita, mais um capítulo interessante, cada vez a história vai tendo mais sumo. Agora com a reviravolta, do Alessandro ter sido chamado a Itália que deixa os leitores já embaralhados. Na verdade a história pode mudar de rumo, em razão do que parecia apontar, ou talvez não. Poderá ser apenas a habilidade do escritor a enredar o leitor. Seja como for é de gostar e esperar mais, para ver.
Beijos de amizade.

Agostinho disse...

Namoro? Andar? Ensaio de ilusão.
A ver vamos.
Beijo.

betonicou disse...

Olá Mariazita! Primeiramente espero que tudo esteja bem com você . A historia vai se desenrolando no cintilar dos dedos da autora… Vamos vendo várias posibildades para Nanda e os demais à medida em que os capítulos vão se contextualizando.Parabéns! Grande beijo. Feliz semana.

Graça Pires disse...

Gosto do ritmo que a história tem. Gosto de querer esperar pelo próximo capítulo…
Uma boa semana.
Um beijo.

Carla Ceres disse...

Oi, Mariazita! "Dança no varão" é uma expressão nova pra mim. Aqui nós deixamos em inglês mesmo, "pole dance". Ainda não decidi quem eu quero que fique com a Nanda. Nem sei se quero que ela fique com alguém. É uma personagem tão independente, autossuficiente e feliz! Namorar, tudo bem, mas se prender a um sujeito, só se estiver muito apaixonada. Beijinhos!

O Árabe disse...

Mais um interessante capítulo, Mariazita! Torçamos para que a Nanda tenha êxito nas negociações, pois me parece que grandes mudanças vêm por ai! Vejamos... o tempo dirá. E tu, amiga, como estás? Bem melhor, espero! Meu abraço, boa semana.

Pedro Coimbra disse...

E eu aqui a acompanhar com toda a curiosidade.
Bjs, boa semana

Amélia disse...

Boa noite querida Mariazita.
Gostei muito de ler mais um interessante capítulo, parece que vamos ter surpresas,espero pelo próximo.
Desejo que esteja bem de saúde
Beijinhos

Jaime Portela disse...

Mariazita, tem um bom fim de semana.
Abraço.

SOL da Esteva disse...

Talvez não tenha sido muito claro no Comentário anterior. Mentira, é sempre mentira, independentemente das circunstâncias, mas aceito que as mentiras caridosas possam ser úteis, necessárias ou mesmo impositivas em momentos que possam ser requeridos. O bom senso é que ditará onde, como e quando.


Beijo
SOL

Majo Dutra disse...

Um capítulo marcado por diálogos muito bem construídos,
com a brincadeira da Amélia e António a dissolver a
dramaticidade da primeira parte.
Muita criatividade e saber como se faz.
As melhoras, querida Amiga e votos
de um bom fim de semana.
O meu abraço.
~~~~~~

O Árabe disse...

Boa semana, Mariazita; meu abraço e o sincero desejo de melhoras constantes. Aguardo o próximo post!

manuela barroso disse...

Quando se lê uma narrativa sem pressa de chegar ao fim é porque tudo está conjugado para cativar o leitor. E fiquei cativada de novo.
Esperemos novos episódios!
Beijinho Mariazita

Maria Rodrigues disse...

A noite com o Alessandro foi certamente marcante para a Nanda.
Adorei a conversa de vizinhas.
Fico a aguardar o novo capítulo.
Beijinhos
Maria

SOL da Esteva disse...

Reler, rever, encadear tentando "descobertas" que não vieram á tona.



Beijo
SOL

O meu pensamento viaja disse...

Sucesso para o seu livro que desde já aplaudo. beijo

Tais Luso disse...

Boa noite, querida amiga!
Bem, o que notei logo foi que cada capítulo é independente, poderia ser um conto. E isso é muito bom, pois entende-se perfeitamente. Chegou já aí a dança no varão? rsss
Gostei desse capítulo, Mariazita, a maneira que você conta parece uma conversa sentada na sala, muito agradável. Claro, saberemos o desenrolar no próximo capítulo, sei. Essa ida dele repentina? Hum...
Como está o livro?

Beijo, minha querida, até o próximo, venho afim de clarear a tal saída repentina...
Uma boa semana!

Kasioles disse...

Querida amiga: Sabes que hasta este capítulo aún no he llegado con mi trabajo de "traductora", entenderás que no pueda comentarlo.
Bueno, sí podría, a veces los blogueros no tienen tiempo, no nos leen y con decir ¡qué interesante! ¡Qué bien escrito está! o, en mi caso, cuando publico y siempre añado alguna receta de cocina, me dicen ¡qué rico has hecho! es una forma de cumplir y no perder tiempo.
Pero sabes que eso no va con mi forma de ser y de respetar el trabajo de los demás.
De momento, he empezado con la traducción del capítulo XII, cada vez me quedan menos, pero pienso que no voy a llegar nunca a ponerme al día, en fin, hay que tener un poco de paciencia.
Agradecida por tus letras.
Cariños y buena semana.
Kasioles

Jaime Portela disse...

Querida amiga Mariazita, passei "apenas" para te desejar um bom resto de semana.
Mas gostei de reler alguns excertos deste capítulo para relembrar a trama...
Beijo,

Olinda Melo disse...


Querida Mariazita

Desculpa a demora, mas sempre com vontade de aqui vir
e continuar a ler estes capítulos desta tua deliciosa
aventura, que é a feitura de um novo livro.

Mas sabes? Isso não se faz. Fiquei com vontade de saber
mais alguma coisa sobre a ida de Alessandro...mas é
mesmo assim. Uma boa pitada de suspense até aumenta
o interesse.

E cá fico à espera do que se segue. Desejo-te a continuação
da boa escrita que aqui nos ofereces.

Beijinhos

Olinda


SOL da Esteva disse...

Ideais, irão percorrer a narrativa. Passo a passo conhece-los-emos.É só esperar.



Beijo
SOL

Beatriz Bragança disse...

Minha querida
Como sempre, histórias dentro da história, suspense, deixa-nos com água na boca!
Obrigada pelas visitas que me faz.Quero que saiba, querida Mariazita, que não coloquei moderação de comentários.Se soubesse como fazer, tirava isso. Serei a eterna ignorante em Informática.
Um beijinho
Beatriz

O Árabe disse...

Para desejar rápida e completa recuperação, e trazer um abraço amigo. Boa semana, aguardo o próximo post!

Marina Filgueira disse...

¡Hola Mariazita!

Es una historia de amor preciosa con sus altos y bajos como en la realidad, en este capítulo hay esa separación momentánea que afecta tanto a Nanda como a su pareja, se nota que viven su gran historia de amor.

El final queda un tanto suspenso... Te felicito. Plasmas esta historia con gran sabiduría y sensibilidad, eres una gran maestra, gracias por compartir tus bonitas letras.
Ha sido un inmenso placer, te dejo mi gratitud y mi gran estima.

Un abrazo y ten una feliz semana

Inês disse...

Está a ficar uma estória bem composta, parabéns! :) Beijinhos
--
O diário da Inês | Facebook | Instagram

Jaime Portela disse...

Sabia que não haveria novo capítulo.
Mas passei aqui para lhe desejar um bom fim de semana.
Beijo, querida amiga Mariazita.

Elvira Carvalho disse...

Por qualquer razão ainda não tinha lido este capítulo e continuo a gostar muito.
Abraço e bom fim de semana

Eliane disse...

Mariazita:
vim agradecer suas visitas tão gentis em meu blog.
sempre que venho aqui me deparo com este enorme talento que você tem,
em transformar letras em arte.
que bom que tem compartilhado tantas leituras boas que nos alegram sempre !!
grande abraço
:o)

betonicou disse...

Oi Mariazita! A historia vai se desenrolando e e tomando novos aspectos. A narrativa está estupenda! Aplauzos para a autora. Gosto muitíssimo de como molda os cenários com todos os peculiares acontecimentos. Grande beijo. Feliz fim de semana.

Ana Freire disse...

E finalmente o capitulo mais recente que ainda não tinha lido... já o devorei avidamente!...
Fico na expectativa, já do desenvolvimento do próximo capitulo... que certamente nos continuará a revelar, o passado de Nanda, com Alessandro...
Estou adorando a história, Mariazita, que nos vai revelando a vida de Nanda, em várias perspectivas... em simultâneo... mas muitíssimo bem estruturadas!...
Um beijinho grande! Continuação de um excelente fim de semana, e votos de um excelente Dezembro, que amanhã já por aí virá bater-nos à porta... com o frenesim da época natalícia... e o correr acelerado dos dias...
Ana

عبده العمراوى disse...



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