em que a temperatura da água é cálida, e se pode permanecer à beira mar confortavelmente instalados em cadeiras de praia,
refrescar os pesinhos acalorados,
dar um belo passeio de “gaivota”,
e, ao fim do dia, o imprescindível banho nas salsas ondas,
depois de tudo isto, cá estou de novo para mais uma etapa.O meu regresso à blogosfera coincide com o “regresso às aulas”.
Nesta época do ano há sempre dois aspectos que, na minha qualidade de avó, me causam grande apreensão:
- O uso das mochilas às costas
- As drogas
Penso que estas preocupações referentes às crianças serão comuns a quem tem filhos e netos em idade escolar, o que me leva a partilhá-las convosco.
No que diz respeito às mochilas, já que, infelizmente, passou de moda, o uso das que tinham rodinhas e não eram prejudiciais à saúde, há que ter um certo cuidado na aquisição da mochila que as crianças irão transportar às costas, a maioria das vezes com um peso largamente superior ao que seria aconselhável.
É nosso dever tentar minimizar os danos que a mochila, inadequada, pode provocar na coluna vertebral da criança.
Escolha um modelo confortável, anatómico, do tamanho adequado à estatura da criança, com alças largas, em que as mesmas, e também as costas, sejam acolchoadas, e que não seja demasiado pesado.
Uma mochila, vazia, não deve pesar mais que meio quilo; e depois de cheia, com o material necessário para as aulas, não deve ultrapassar 10% do peso corporal da criança.
Para isso verifique, com o seu filho, que ele apenas leva, na mochila, coisas de que vai, realmente, precisar.
Ao arrumar o material na mochila, coloque os objectos mais pesados e volumosos (geralmente, os livros) na vertical, o mais próximo possível das costas. O peso deve estar bem repartido, colocando as alças da mochila nos dois ombros. Para poupar as costas nunca se deve levar a mochila pela mão ou num só ombro (como tantas crianças fazem).
Ajuste as alças para que a mochila fique sempre acima das ancas.
As alças devem ter, pelo menos, 4 centímetros de largura na zona dos ombros, e não devem estar muito juntas, (para que não rocem no pescoço da criança) nem muito afastadas (para que não caiam dos ombros). Devem ser reguláveis para que se possa ajustar bem a mochila às costas da criança.
Um cinto regulável ao nível da cintura é útil pois evita que a mochila oscile, ajudando a repartir o peso entre os ombros e a zona lombar.
Estes são pequenos conselhos que podem fazer com que o regresso às aulas não implique uma sobrecarga para as costas dos vossos filhos.
Obs. Escrevi este texto sobre mochilas com base em informações colhidas em vários sites da Net.
O segundo ponto, as drogas, é bastante mais grave, e de muito mais difícil solução.
Para não tornar este post demasiado extenso deixaremos este assunto para o próximo domingo.
Por último, mas nem por isso menos importante, quero agradecer a todos que me visitaram e comentaram. Retribuirei todas as visitas tão breve quanto possível.
Obrigada!

























