Perde-se na memória dos tempos quem terá sido o autor da música “Toque do Silêncio”, da qual se diz:
“O toque triste, que é a última nota do mundo, a ferir os umbrais da eternidade…” e
“O toque triste, que é a última nota do mundo, a ferir os umbrais da eternidade…” e
“O toque de silêncio, com corneteiro ou clarim postado junto ao túmulo, será também executado ao baixar o ataúde à sepultura”
Talvez porque esta música é tocada inúmeras vezes nos Estados Unidos (por exemplo, sempre que se realizam funerais militares), é vulgar pensar-se que ela é de origem americana, acabando por tornar-se conhecida no mundo inteiro.
Há, contudo, quem defenda que tenha sido composta por um soldado mexicano, obedecendo a ordens do General António Lopes de Santa Anna.
António de Pádua Maria Severino Lopez de Santa Anna y Perez de Lebron, foi um general mexicano que se autoproclamou ditador do México, ficando famoso por ter vencido a Batalha de El Álamo, em 1836.
Consta que, depois da Batalha da qual saiu vencedor, e ainda antes de prestar honras à bandeira mexicana, o General de Santa Ana ordenou ao seu “corneteiro” que compusesse uma melodia que prestasse homenagem aos soldados mortos em combate.
Conta a lenda (*) que, devido à bravura demonstrada pelos combatentes, o General Santa Anna ordenou ao seu corneteiro que compusesse uma melodia que prestasse homenagem aos soldados mortos em combate.
Ordenou que se guardasse silêncio enquanto a música era tocada, ameaçando com a pena de morte quem desrespeitasse esta ordem; e ordenou ainda que a bandeira mexicana fosse desfraldada durante a cerimónia.
Actualmente essa música é conhecida, em português, como “Toque de Silêncio”.
Desconhece-se o nome do soldado mexicano que compôs tão emotivo toque militar.
A única coisa que se sabe dele é o seguinte:
Quando o General Santa Anna regressou do exílio, em 1874, com 80 anos de idade, durante a madrugada do seu aniversário escutou-se um clarim à porta da sua casa, que interpretava uma série de toques militares mexicanos, que lhe provocaram uma grande emoção.
Era o, também já velho, corneteiro, que acompanhou o General em todas as batalhas em que este participou.
Vinha fazer-lhe uma serenata por ser um dia tão significativo para o velho, quase cego, meio surdo e mutilado general.
Depois de conversar um bom bocado e recordar as aventuras por ambos vividas em tantas acções de guerra, o corneteiro pediu a Santa Anna ajuda económica, pois encontrava-se na mais completa miséria.
Mas como Santa Anna já não tinha fortuna para ajudá-lo, convidou-o para ficar a viver em sua casa.
A fazer fé em depoimentos de investigadores estrangeiros, pode afirmar-se que o General participou em mais batalhas do que Napoleão e George Washington juntos.
É justamente considerado um dos militares de toda a história, a nível mundial, que participou em acções bélicas durante mais tempo, desde os 16 aos 61 anos de idade.
(*) – Chamo-lhe lenda porque não encontrei confirmação oficial.
Convido-vos agora a apreciarem o maravilhoso “Toque de Silêncio”, numa magnífica interpretação de Melissa Venema,
acompanhada pela orquestra de André Rieu.
NÃO ESQUEÇA DE DESLIGAR A MÚSICA DE FUNDO ANTES DE LIGAR O VÍDEO.
Il Silenzio - Melissa Venema and Andre Rieu
Talvez porque esta música é tocada inúmeras vezes nos Estados Unidos (por exemplo, sempre que se realizam funerais militares), é vulgar pensar-se que ela é de origem americana, acabando por tornar-se conhecida no mundo inteiro.
Há, contudo, quem defenda que tenha sido composta por um soldado mexicano, obedecendo a ordens do General António Lopes de Santa Anna.
António de Pádua Maria Severino Lopez de Santa Anna y Perez de Lebron, foi um general mexicano que se autoproclamou ditador do México, ficando famoso por ter vencido a Batalha de El Álamo, em 1836.
Consta que, depois da Batalha da qual saiu vencedor, e ainda antes de prestar honras à bandeira mexicana, o General de Santa Ana ordenou ao seu “corneteiro” que compusesse uma melodia que prestasse homenagem aos soldados mortos em combate.
Conta a lenda (*) que, devido à bravura demonstrada pelos combatentes, o General Santa Anna ordenou ao seu corneteiro que compusesse uma melodia que prestasse homenagem aos soldados mortos em combate.
Ordenou que se guardasse silêncio enquanto a música era tocada, ameaçando com a pena de morte quem desrespeitasse esta ordem; e ordenou ainda que a bandeira mexicana fosse desfraldada durante a cerimónia.
Actualmente essa música é conhecida, em português, como “Toque de Silêncio”.
Desconhece-se o nome do soldado mexicano que compôs tão emotivo toque militar.
A única coisa que se sabe dele é o seguinte:
Quando o General Santa Anna regressou do exílio, em 1874, com 80 anos de idade, durante a madrugada do seu aniversário escutou-se um clarim à porta da sua casa, que interpretava uma série de toques militares mexicanos, que lhe provocaram uma grande emoção.
Era o, também já velho, corneteiro, que acompanhou o General em todas as batalhas em que este participou.
Vinha fazer-lhe uma serenata por ser um dia tão significativo para o velho, quase cego, meio surdo e mutilado general.
Depois de conversar um bom bocado e recordar as aventuras por ambos vividas em tantas acções de guerra, o corneteiro pediu a Santa Anna ajuda económica, pois encontrava-se na mais completa miséria.
Mas como Santa Anna já não tinha fortuna para ajudá-lo, convidou-o para ficar a viver em sua casa.
A fazer fé em depoimentos de investigadores estrangeiros, pode afirmar-se que o General participou em mais batalhas do que Napoleão e George Washington juntos.
É justamente considerado um dos militares de toda a história, a nível mundial, que participou em acções bélicas durante mais tempo, desde os 16 aos 61 anos de idade.
(*) – Chamo-lhe lenda porque não encontrei confirmação oficial.
Convido-vos agora a apreciarem o maravilhoso “Toque de Silêncio”, numa magnífica interpretação de Melissa Venema,
acompanhada pela orquestra de André Rieu.
NÃO ESQUEÇA DE DESLIGAR A MÚSICA DE FUNDO ANTES DE LIGAR O VÍDEO.
Il Silenzio - Melissa Venema and Andre Rieu
