Trago um recado da Nanda. Ela
pediu-me para vos dizer que anda muito cansada (coitada, as preocupações são
mais que muitas…) e por esse motivo resolveu ir descansar.
Claro que não vai poder demorar-se
muito porque precisa receber o filho Luís que não tarda nada está a regressar
do Alentejo. Mas enfim… o que lhe desejo é que descanse bem e volte renovada.
Assim sendo, como não há Nanda…
resolvi partilhar convosco a última parte das minhas férias do ano passado.
Daqui a pouco chegam as férias deste ano (2019) e o 2018 ainda por terminar!!!
De há uns anos para cá – não posso
precisar quantos… - o meu primeiro post a seguir às férias tem servido para
partilhar convosco fotos dos locais onde as passei.
Não sei porquê – penso que “o
alemão” anda a querer insinuar-se junto a mim… - este ano esqueci-me de o
fazer.
Houve quem me chamasse a atenção.
Por isso, se acharem que ainda não é muito tarde, deixem-me mostrar-vos por
onde andei no Verão de 2018.
Inicialmente tinha incluído, neste
PPS, um maior número de fotos. Porém, o ficheiro estava demasiado pesado, e
tive que retirar uma boa parte delas. Excluí as que me pareceram menos
relevantes. Por isso me atrasei na publicação da minha postagem, o que costumo
fazer às 0 horas do dia 1 de cada mês. As minhas desculpas.
Esta foi a primeira parte das
minhas férias deste ano. A segunda parte, passada em Cabo Verde, partilharei
convosco noutra altura.
Espero que apreciem.
A Nanda foi de férias, passa o
Natal na província J.
Regressará no dia 1 de Janeiro de 2019.
Finalmente (!) terminei o PPS
referente à segunda parte das minhas férias deste ano – 2017.
Tal como aconteceu com a primeira
parte, também nesta juntei às fotos alguma informação que fui recolhendo nos
locais que visitei e outra que retirei dos vários folhetos
que trouxe comigo.
Espero não ter sido demasiado
exaustiva… e que vos agrade. A MUDANÇA DE SLIDES É FEITA COM O RATO
As prometidas fotos das férias têm
estado demoradas…
Acontece que de há uma semana para
cá tenho tentado alojar o PPS num site que reproduza som… mas sem sucesso.
Desisti! Vão assim mesmo. Ficava
mais bonito com fundo musical… mas não consegui.
Esta é a primeira parte. Tive que
dividir para o ficheiro não ficar demasiado pesado.
Juntei às fotos alguma informação
que fui recolhendo nos locais que visitei e outra que retirei dos vários
(variadíssimos!!!) folhetos que trouxe comigo (quando viajo venho sempre
carregada de papéis J )
Espero não ter sido demasiado
exaustiva… e que vos agrade. A MUDANÇA DE SLIDES É FEITA COM O RATO
Regressei! Com muita pena… mas regressei, não sem antes lançar
um último olhar sobre um dos ícones (Estátua da Liberdade) do país onde passei
as últimas férias - USA
Visitei novos lugares, revi outros que já conhecia, acompanhada do filho,
da filha e da neta, e dos familiares lá residentes.
Foi, até certo ponto, como que uma romagem de saudade…
Fotos? Algumas centenas… Com três “fotógrafos” a “registar o momento”
outra coisa não seria de esperar…
Vou escolher algumas, colocá-las num PPS, e, logo que possível,
partilhá-as-ei convosco.
Até lá… irei agradecer a cada uma das pessoas que gentilmente me visitaram
na minha ausência, para as quais deixo aqui e agora o meu “Muito obrigada”!
Para finalizar as fotos das minhas férias de 2016… aqui está a terceira e ultima parte.
Espero que gostem, e não esqueçam: A MUDANÇA DE SLIDES É FEITA COM O RATO
Com algum atraso em relação às minhas previsões… partilho convosco a segunda parte das minhas últimas férias. É um trabalho bastante moroso… daí só agora o poder apresentar.
Espero que gostem. Tal como aconteceu com a primeira apresentação, também nesta a mudança de slides é feita com o “rato”.
A próxima postagem será dedicada exclusivamente à Ilha de
São Tomé, e com ela terminarei o ciclo de “AS MINHAS FÉRIAS EM 2016”
No post de 14/10 falei de um dos passeios que
ocuparam a primeira parte das minha férias deste ano. Para além de revisitar a Quinta da Regaleira, fui a
Tomar, rever o CONVENTO DE CRISTO, classificado pela Unesco como Património
Mundial,
que, infelizmente, não se encontra no melhor estado
de conservação.
Aliás, os monumentos em Portugal sofrem todos de
falta de obras de restauro…
Não
poderia deixar de fotografar a famosa “Janela
do Capítulo” , em estilo manuelino, em cuja arquitectura se destacam pormenores
marítimos,
assim como a belíssima “Charola”.
Neste mesmo dia fomos também a Almourol.
O castelo, de não muito fácil acesso, vê-se sempre
com agrado.
Dentro do programado para esta parte das férias
fomos, ainda, e mais uma vez, ao belíssimo Palácio da Pena, onde é sempre um
prazer voltar.
Para não tornar este post demasiado extenso, avanço
já para a segunda parte das férias.
Esta foi passada em Porto Santo, onde já estive
bastantes vezes, e de que já falei em anos anteriores, com publicação de várias
fotos.
Desta vez fiz uma coisa que ainda não tinha feito –
um passeio de barco à volta dos diferentes ilhéus que salpicam o mar de Porto
Santo,
tais como os ilhéus de Baixo, de Ferro, de Cima, das
Cenouras, de Meio e de Fora, e o ilhéu Fonte de Areia. Foi um passeio
maravilhoso, com oportunidade de fazer fotos em locais inacessíveis por
qualquer outro meio.
A determinada altura do passeio os tripulantes
imobilizaram o barco para nos refrescarmos naquelas águas límpidas e
transparentes.
Demos, de autocarro, a “volta à ilha”, em duas
manhãs – percurso já meu conhecido – em que o guia conta histórias divertidas,
que terminam com um aperitivo antes de almoço,
abrilhantado
por música tocada por dois jovens músicos locais.
Depois do regresso, com saída às 23 horas,
passei alguns dias no “lar, doce lar”… após o que rumei
ao Algarve para cumprir a última etapa destas férias que, este ano, foram
excepcionalmente prolongadas.
Na província mais ao sul de Portugal, depois de
comodamente instalada
convivi com pessoas amigas,
e até pude usufruir da
companhia da simpática “Chiquinha”.
Visitei, entre vários
monumentos, a Sé Catedral de Faro,
situada no centro histórico, e classificada como Imóvel de Interesse Público.
Estando no Algarve não se pode dispensar o mar, que
se apresentava com ar pouco acolhedor…
E com esta passagem pelo Algarve dei por terminadas
as férias deste ano.
Peço desculpa por esta postagem tão longa: prometo
que a próxima, no dia 30/11, dedicada à Poesia, será pequenina.
Como prometi no meu post anterior hoje vamos falar
de férias, das minhas férias deste ano – 2014 – que constituíram para mim uma
espécie de “romagem de saudade”.
Há uma série de locais que não me atrevera, ainda, a
revisitar desde há dois anos a esta parte…
Decidi que era altura de ultrapassar esses “medos”.
Para o efeito dividi as férias em 3 ou 4 partes.
As primeiras duas semanas foram destinadas a
passeios diários, saindo de manhã e regressando à noite.
Há uma imensidade de locais lindíssimos nos
arredores de Lisboa, já meus conhecidos, que revisitei, o primeiro dos quais
foi A QUINTA DA REGALEIRA.
Como o horário de funcionamento, no Verão, é das 10
às 20H, partimos a seguir ao pequeno-almoço, e lá passámos o dia.
Na serra a temperatura é, geralmente fresca, pelo
que convém não usar roupa demasiado fresca…
Com o seu maravilhoso “Palácio da Regaleira”, onde
se misturam vários estilos arquitectónicos, do romântico ao gótico, do
renascentista ao manuelino…
a Quinta da Regaleira situa-se na encosta da Serra de Sintra, a pouca distância do “Centro Histórico de Sintra”.
O Palácio foi classificado, em 2002, como «Imóvel de Interesse Público» É rodeado pela quinta de 4 hectares, com jardins luxuriantes,
lagos,
e fontes,
grutas
e pequenos edifícios esparsos entre árvores
altíssimas.
Ponto obrigatório na visita à Quinta da Regaleira -
o famoso e monumental «Poço Iniciático», com nove patamares, espécie de
torre invertida que mergulha nas profundezas da terra, e que, segundo consta,
era usado em rituais de iniciação à Maçonaria – daí o seu nome – Poço
Iniciático.
Diz-se ainda que os nove patamares
representam os 9 círculos do inferno, do paraíso e do purgatório.
No fundo do poço (foto da direita) pode ver-se uma
“rosa-dos-ventos” sobre uma cruz dos “Templários”.
(Visto
de baixo para cima) (Visto de cima para baixo)
Depois de um dia muito bem passado e um enorme
cansaço, já que, para se visitar tudo, andam-se vários quilómetros a pé,
regressamos a casa cerca das 19 horas.
PS - Este foi um dos vários locais que revisitei nas
férias deste ano.
No post do dia 14 de Novembro continuarei a falar de
Férias, se tal vos aprouver…
A próxima postagem, dedicada à Poesia, será
publicado no dia 31 de Outubro.
sábado, 14 de setembro de 2013
REGRESSO DE FÉRIAS
Ao contrário do que habitualmente fazemos – deslocar-nos para mais de mil quilómetros de distância para passar férias (locais já nossos conhecidos) - este ano apenas nos distanciámos cerca de 500 Kms do local onde residimos. Ao fim de cerca de 4 horas de viagem chegámos à zona balnear onde iríamos permanecer por duas semanas.
Fartos que estamos de hotéis e seus horários, decidimos alugar uma moradia.
O local combinado para a entrega das chaves foi este
donde seguimos para a casa que nos
aguardava.
Depois de instalados e feitas as
compras indispensáveis, encaminhamo-nos para a praia.
Aguardavam-nos uns larguíssimos
quilómetros de areia fina e branca, e um mar de águas cálidas, nas quais
mergulhámos, eram já 7 horas da tarde.
A moradia fica relativamente
perto da praia, e não estando sujeitos a horários, podemos ficar aqui até mais
tarde.
Fazemos uma alimentação saudável,
à base de grelhados
e legumes diversos.
E, como estamos de férias e
ninguém veio para trabalhar, a não ser o estritamente necessário, utilizamos
“louça” de plástico que, no fim da refeição, rapidamente se “lava”, colocando-a
num saco de lixo.
A caminho da praia verifico que,
anteriormente, passou por cá alguém que me quis homenagear, gravando a primeira
letra do meu nome, “M”, no tronco desta árvore
Encontra-se por aqui uma enorme
profusão de estátuas, ao estilo “Gaudi”
e não só…
E, entre praia,
passeios de bicicleta,
jogos,
e brincadeiras, após o jantar
contando com a presença simpática desta osga bebé
que sempre nos acompanhava
durante as refeições nocturnas, chegámos ao fim dumas férias maravilhosas,
passadas com a família (possível…)
Não vou repetir que vou de férias. Já o disse no SEMPRE JOVENS , e poderia parecer provocação…
Mas a verdade é que VOU DE FÉRIAS! Deixem-me gritar bem alto.
Se os vizinhos ouvirem não há problema, é tudo gente boa. Quanto aos assaltantes, nem pensem! A minha casa (onde resido, não esta vossa “Casa”) vai continuar habitada. Portanto, não vale a pena tentarem. Não têm chance. Que isto de ir de férias e deixar as casas desabitadas, sem segurança, é um risco muito grande que se corre. Com os amigos do alheio todo o cuidado é pouco… À laia de despedida lembrei-me de vos deixar aqui um presentinho. Depois de muito pensar ocorreu-me que seria interessante qualquer coisa que vos levasse a meditar… Enquanto forem meditando vão se lembrando de quem vos deixou motivo para reflexão. Haverá coisa melhor do que isso??? “Amigos são como estrelas. Nem SEMPRE as podemos ver, mas sabemos que elas estão SEMPRE lá”. O texto que se segue não é de minha autoria. Recebi-o por email, sem indicação de autor. Sempre que conheço a autoria indico-a. Os posts que aqui publiquei, inteiramente escritos por mim, são apenas (por enquanto…) os que têm a etiqueta «Os meus rabiscos» e «Os meus rabiscos/África”. E agora, o texto para reflexão.
ATRITOS
Ninguém muda ninguém; ninguém muda sozinho; nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso. É nos relacionamentos que nos transformamos. Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro. Você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz? As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas.À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio, sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desbastadas. Assim também agem nossos contatos humanos. Sem eles, a vida seria monótona, árida. A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos, bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato. Passar pela vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar. É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa. Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes.Pessoas que, no contato com elas, me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor,mais suave, mais harmônico, mais integrado. Outras, sem dúvida, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisaram ser desbastadas. Faz parte... Reveses momentâneos servem para o crescimento. A isso chamamos experiência. Penso que existe algo mais profundo, ainda nessa análise.Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheias de excessos. Os seres de grande valor, percebem que ao final da vida, foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência, e ficando cada vez menores, menores, menores... Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, é que finalmente nos tornamos grandes em valor. Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?Sabemos quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago.É lá que está o verdadeiro valor... Cada um de nós nasceu com um âmago bem forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de AMOR. Foi dado, a cada um de nós essa capacidade, a de AMAR...Mas temos que aprender como. Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir desbastando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar. Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins. Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor. Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos esses sentimentos contraditórios e... os superando. Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento... E envolvimento gera atrito. Minha palavra final: ATRITE-SE! Não existe outra forma de descobrir o AMOR. E sem ele a VIDA não tem significado.