segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

CONTO DE NATAL DO FUTURO


NATAL DE 2085
O calendário indica-nos que o ano de 2085 estás prestes a terminar.

Embora cada um deles pudesse, individualmente, ver o seu canal preferido, controlável por ondas cerebrais captadas nos auscultadores, bisavô e bisneto estavam, naquele momento, assistindo ao mesmo programa, no mesmo écran.
A sala é muito agradável, com todos os requisitos modernos, desde carpetes com auto-limpeza, o que lhes permite terem sempre os tapetes impecavelmente limpos, até à lareira que esfria ao toque, o que evita acidentes indesejáveis, como queimaduras.
Os sofás de módulos facilitam a sua arrumação e permitem-lhes estar lado a lado, como agora, ou afastados, se assim o desejarem, como, por exemplo, quando estão a ver programas diferentes.
Quando o programa terminou, Ícaro, o bisneto, disse para o bisavô, Marco:
- Então, Bi, este ano não vais ver os festejos da reserva? Olha que hoje é dia 24 de
  Dezembro…
- E e eu podia lá faltar, meu querido? É o único evento a que nunca dexei de assistir
  desde a sua   inauguração e ao qual tenciono não faltar enquanto tiver forças para me
  deslocar.
  E tu, Ícaro, queres acompanhar-me?
- Claro que sim, Bi. Eu também nunca deixei de ir desde que me levaste lá a primeira
  vez…
- Então vai-te preparar porque temos que nos pôr a caminho. Olha, e não te esqueças
  de avisar a tua prima, a Ísis, porque ela disse-me que também queria ir…
- Ok, Bi. Vou já dizer-lhe para preparar a mochila e, claro, “não esquecer os abafos
  porque à noite arrefece” – acrescentou, brincalhão, imitando a voz do bisavô.
Apesar dos seus cento e cinco anos a memória de Marco continua perfeita, embora de vez em quando vá tendo alguns esquecimentos – “onde terei posto os óculos? “, “o que vinha aqui fazer?”, “será que já tomei os medicamentos” e coisas deste género. Mas recorda muito bem o que se passou quando era jovem, e todas as transformações que a Natureza foi sofrendo ao longo dos anos.
Quando tinha 30/31 anos, recorda ele, o planeta começou a aquecer desmesuradamente. Lembra-se bem das notícias que ouvia de que, nos últimos 17 ou 18 meses, não podia precisar, tinham sido batidos, todos os meses, os recordes máximos de temperatura média global.
As alterações climatéricas continuaram a ocorrer a um ritmo assustador, mas não foram tomadas medidas eficazes para evitar uma catástrofe.
Cimeiras e acordos realizados resultaram em fracassos sucessivos, pois os países desrespeitavam todas as decisões aí tomadas, contribuindo para o aumento consecutivo da poluição atmosférica.
As guerras infindáveis tinham contribuído também, em grande parte, para a desertificação do Planeta.
A falta de políticas ambientais levou a que o Planeta Terra se tornasse no lugar inóspito e quase sem vida que Marco, com desgosto, descortinava para além das largas janelas da sua sala.
No jardim do condomínio onde vivem há relva artificial fazendo desenhos exóticos, perfeitamente simétricos.
Vêem-se alguns vasos com plantas naturais que, diariamente,  são mudados, trocados por outros mantidos em estufas, já que a poluição atmosférica é tão elevada que não permite que as delicadas plantas verdadeiras possam ficar expostas ao ar por mais de vinte e quatro horas.
É também em estufas que são criados os poucos alimentos naturais a que só os mais favorecidos têm acesso. A restante população alimenta-se de produtos sintéticos, produzidos  em laboratórios.
Enquanto espera pelos bisnetos Marco senta-se, pega no comando interactivo e dirije-o para as cortinas. Estas têm espessura dinâmica para permitir a alteração do nível de iluminação, assim como a exibição de imagens. Escurece a sala, e faz projectar nos cortimados fotos de tempos passados, de quando era jovem, de praias de areia branca e resplandecente, e do mar no seu constante movimento.
Com grande algazarra Ísis e Ícaro entram na sala interrompendo-lhe os nostálgicos pensamentos. Trazem às costas as suas mochilas e vêm radiantes.
- Lembraram-se de trazer os vossos cartões? Não estejam à espera de que eu pague
  as vossas despesas… - disse Marco, olhando para os bisnetos, enternecido.
- Claro que sim, Bi. Nós não somos como tu, que te esqueces de onde pões os óculos – 
  respondem alegremente.
Descem o supersónico elevador e vinte segundos depois encontram-se no rés do chão. Caminham rapidamente para o aeromobil que Marco já comandara para sair da garagem e os aguardava à porta de casa.
Chegados à reserva introduzem os cartões no local próprio para abrir o enorme portão.
Respiram fundo, felizes, preparados para viver os momentos mais emocionantes de que têm memória.
A reserva é uma vasta área, semelhante a uma vila dos anos passados. Ruas alcatroadas onde circulam veículos que, aos bisnetos, parecem pré-históricos, mas que não têm mais de cem anos. As ruas encontram-se todas iluminadas. Ouve-se no ar uma suave música natalícia.
Marco respira fundo, emocionado como sempre que aqui vem. Ísis e Ícaro olham para tudo com espanto – têm apenas nove anos, Ísis, e oito anos, Ícaro, e já não se lembram bem do que viram no ano anterior.
Vão caminhando lentamente, apreciando as luzinhas que, brilhando, envolvem as casas, donde se escapam os odores dos cozinhados que lá dentro se estão preparando para mais logo. De quando em quando deparam-se com pequenas árvores de Natal, artificiais, às portas de algumas casas, enfeitadas com bolas brilhantes e vários enfeites, como pequenos pais natais nos seus trenós, passarinhos em ninhos, laços e pingentes de vidro, e por cima flocos de neve artificial.
Pelas ruas veêm-se vários turistas, que se distinguem dos habitantes da reserva pelas suas vestes modernas e de mochilas às costas. Todos tencionam ali pernoitar.
A noite vai descendo e Marco, Ísis e Ícaro vão-se encaminhando para o grande largo onde se encontra a sala comunitária.
Passados alguns momentos abre-se a grande porta da sala, onde os turistas se apressam a entrar, depois de terem passado os cartões na máquina que lhes fornece o talão que lhes vai permitir tomar parte no repasto.
Ao centro da sala pode ver-se uma enorme árvores natural, profusamente iluminada com miríades de luzinhas de todas as cores, e todos os enfeites que os moradores da reserva foram acumulando ao longo dos anos.
Durante o ano esta árvore é mantida dentro duma enorme estufa, onde se cultivam também árvores de fruto. Além desta, há outras estufas para o cultivo de vegetais de que se alimentam os moradores da reserva. Estes são autosuficientes; vivem dos produtos que cultivam nas estufas, ovos das galinhas que criam nos quintais, e carne de animais domésticos. Peixe não é ali consumido há largos anos pois o rio, a que eles podem ter acesso, tem a água de tal modo poluída que nenhum ser vivo ali sobrevive.
Ao fundo da sala uma lareira com troncos ardentes confere-lhe um ambiente extremamente acolhedor.
Junto à árvore de Natal encontra-se uma mesa oval onde irão acomodar-se o pároco e os maiorais da reserva. Dos lados da sala há mesas redondas às quais se vão sentar os comensais que costumam ser cerca de quinhentos – quatrocentos habitantes da reserva e aproximadamente cem turistas.
Marco, Isis e Ícaro sentam-se à mesa cujo número está indicado no talão retirado à entrada. Em breve juntam-se-lhes mais sete pessoas, perfazendo um total de dez.
Enquanto esperam pelo grande momento do jantar de Natal entretêm-se petiscando pinhões e figos secos, nozes e passas, e apreciando a música natalícia que se escoa pelos altifalantes.
A dado momento entram na sala, que está praticamente cheia, o pároco e o chefe da reserva, seguidos das outras pessoas que vão ocupar a mesa oval. Depois de uma saudação dirigida aos presentes sentam-se à mesa.
Logo de seguida começa a ser servido o jantar.
Aparece em primeiro lugar o bacalhau fumegante, logo seguido de apetitosas batatas, grão de bico, ovos cozidos, feijão verde cortado bem fininho e com um aspecto delicioso, grelos e por fim as tão apetecidas couves. Em travessas mais pequenas é apresentado polvo cozido e ainda pasteis de bacalhau.
Aqui, na reserva, onde residem pessoas oriundas das mais diversas regiões, há sempre o cuidado de manter as tradições de cada um, cozinhando os alimentos que lhes recordam os saudosos tempos do passado.
Em cada mesa estão colocados o azeite, o vinagre, o sal e a pimenta; em jarros, o precioso vinho fabricado lá mesmo na reserva e sumos naturais para os mais pequenos.
Porque se trata de um jantar de família, da grande família que é a população da reserva, embora possam assistir convidados, todos aguardam o sinal para iniciar a refeição, sinal que é dado pelo pároco ao fazer uma breve oração de agradecimento pelos alimentos que têm à sua disposição.
É com grande prazer que o jantar começa, e aqui e ali ouvem-se rasgados elogios especialmente da parte dos convidados, pouco habituados a alimentos naturais.
Logo que todos terminam começam a ser servidos os doces, cujo aroma a canela e limão enche o recinto. São travessas a abarrotar de rabanadas, aletria, arroz doce, formigos e os indispensáveis bolinhos de jerimú. Tudo isto acompanhado por excelente vinho do Porto.
Comendo e conversando, a refeição arrasta-se em alegre convívio.
Cerca das onze horas aparece um grupo coral junto à lareira que começa a entoar canções natalicias, o que contribui ainda mais para dar àquele jantar o verdadeiro espírito de Natal.
Bem perto da meia noite o pároco retira-se e alguns minutos depois ouve-se o sino da igreja, chamando os fiéis para a missa do galo.
Os que desejam assistir à missa, que são a maioria, dirigem-se para a igreja. Marco, Ísis e Ícaro encontram-se entre eles.
No final, ao sair da igreja, Marco encontra um velho conhecido e amigo dos seus tempos de juventude, que vive na reserva. Cumprimentam-se com um forte abraço – já não se viam há um ano – e Marco comenta:
- É impressão minha ou a população não aumentou do ano passado para cá?...
- Não é impressão, é mesmo verdade. Como já te disse a população mantém-se sem
grandes oscilações numéricas porque a natalidade é perfeitamente controlada e respeitada por todos. Nem poderia ser doutra maneira, a reserva tem espaço limitado…
- Já me tinhas dito, sim. E a respeito do bacalhau e do polvo… pelos vistos continuam  
  a conseguir arranjá-lo…
- Conseguimos, mas cada ano que passa se torna mais difícil e mais caro. A reserva
que o conserva congelado há quase cem anos cada vez faz mais restrições porque
o stock está a diminuir, como é lógico, e eles valem-se disso para aumentar os pre-
ços que já são exorbitantes…
Lá chegará o tempo em que teremos que comer galinha no jantar de Natal…
- Que isso não aconteça enquanto eu for vivo, pelo menos – retorquiu Marco.
Baixando a voz para que os bisnetos não o ouçam, Marco pergunta:
- E aquele problema que me relataste o ano passado, acerca dos islâmicos que queriam
  infiltra-se… voltou a acontecer?
- Felizmente não, o que não admira, depois da recepção que demos aos anteriores…
- Ainda bem, não fazem cá falta nenhuma – respondeu Marco.
Continuando o seu caminho dirigem-se à sala comunitária, donde entretanto  foram retiradas as comidas. Com eles estão quase todos os turistas que assistiram ao jantar.
Das mochilas retiram colchões que se enchem automaticamente ao puxar de um cordão; enfiam-se nos sacos cama e deitam-se quase tão confortavelmente como se estivessem em casa, nos seus quartos. Ísis e Ícaro não adormecem facilmente, tal é o seu estado de excitação devido aos últimos acontecimentos.
Levantam-se cedo e depois de tomarem o pequeno almoço num café próximo da sala comunitária, voltam a percorrer as ruas enfeitadas, agora com as luzinhas apagadas, cruzando-se com uma ou outra pessoa, geralmente turistas que, como eles, aproveitam para passear. A felicidade que sentem por ali estarem é tão grande que até o ar lhes parece menos poluído do que fora da reserva. Nem têm necessidade de usar as máscaras que frequentemente utilizam no mundo onde vivem.
Não se apercebem da passagem das horas, mas em breve soa a sineta avisando que a sala comunitária vai abrir e quem quiser pode ali dirigir-se para participar do almoço de Natal.
Todos se dirigem para lá, repetindo o ritual da noite anterior.
Em breve a sala é invadida pelos odores das carnes assadas, galinha, perú e leitão, das batatinhas assadas e da fresca salada variada.
E como não poderia deixar de ser, findos os salgados segue-se a quantidade infindável de doces, como na noite anterior, acrescida de variados pudins.
Marco, Ísis e Ícaro terminam a refeição alegremente, e já a tarde vai avançada quando, com bastante pena, abandonam a reserva e regressam ao seu modermo apartamento, onde não encontram o mais leve vestígio de Natal.

No dia seguinte, ao acordarem, Ísis e Ícaro ficam a pensar se tudo não passou de um lindo sonho…

56 comentários:

Franziska disse...

Toda esa historia que has imaginado puede que no esté tan alejado de un próximo futuro. La Humanidad camina ciega hacia el futuro y eso que las advertencias de los científicos son continuas y de que los grandes malos ya han empezado. Solo nos mantiene la esperanza de que no lo estamos viviendo ahora mismo de un modo extendido y dramático, poco a poca se van derritiendo los polos, las catastrofes aumentan pero nos vamos manteniendo sin grandes cambios, este tema parece no preocupar más que a unos cuantos llamados castastrofistas... Sí, es cierto.

Te deseo una feliz Navidad con todas esas cosas con las que solemos celebrarlo, felicidad y amor para todos. es el mensaje del nacimiento del Niño que vino a salvarnos. Un abrazo. Franziska

Agostinho disse...

Feliz Natal de sonho, Mariazita, não sonho faliz de Natal.
Parece que andam pensar em estimular a emigração para Marte. Não sei se lá há bacalhau, perú, couve penca, batatas e outros condimentos e mantimentos a que estamos habituados, por isso é comer antes que se acabem. Já no próximo dia 24 ou mesmo antes. Que um homem tem de comer todos os dias.
As maiores felicidades na reserva à beira-mar plantada!

Elda disse...

Un precioso relato futurista, aunque bastante inquietante porque según están las cosas, puede suceder exactamente como tu tan maravillosamente lo has relatado.
Me ha encantado leerte Mariazita.
Un abrazo y Feliz Navidad mientras podamos vivir este presente.

Pedro Coimbra disse...

Se calhar não será assim num futuro tão longínquo...
Vamos rezar para que as boas tradições realmente se mantenham.
Beijinhos, boa semana

Gracita disse...

Não é de admirar se dentro de algumas décadas este seu belo conto tenha retratado a realidade para qual o mundo caminha. Que pelo menos prevaleça intacto o espírito de natal
Muito lindo Mariazita
Beijos e uma linda semana

Josefa disse...

Un escrito futurista que no veo tan lejos. Disfruté leer.
Verdaderamente el mundo va cambiando y no para mejor. Si tenemos en cuenta como se van perdiendo tradiciones que para quien tiene ya unos años de más añoramos.

¡FELIZ NAVIDAD!
CON UN FUERTE ABRAZO.

Ana Tapadas disse...

Uma narrativa muito boa!
Beijinho

Graça Pires disse...

Que imaginação, minha Amiga! Ainda bem que isso acontece lá para o futuro mais longínquo. Por enquanto vamos vivendo a vida que temos para o melhor e para o pior...
Uma boa semana.
Beijos.

Luis disse...

Infelizmente tudo caminha para que esse sonho se concretize e talvez seja mais cedo do que julgamos. O Homem que acorde para que tal não aconteça.
Beijinhos e Feliz Natalre

Santa Cruz disse...

Pois é amiga infelizmente tudo caminha para que esse sonho seja realidade , mas sabes andamos todos a dormir há que abrir o nossos olhos e dizermos não.
Um santo e feliz Natal para ti e família.
>Beijos
Santa Cruz

Emília Pinto disse...

Querida, Mariazita, sempre me surpeendem os teus escritos, mas este....está fantástico! Tudo caminha, a passos largos para esse cenário, mas o que me legra é que não chegarei aos 105 anos para viver esse desastre e as gerações de então já estarão tão acostumadas que será normal, se pensarmos um pouco, há bastantes diferenças entre a nossa época, quando crianças, e a que se vive hoje e nós fomo-nos adaptando a elas; o peixe é criado em viveiros, os frangos cheios de hormonos, a cane sem saboe o mesmo acontecendo com frutas e legumas. Não temos outra solução e, sejamos sinceros, reclamamos muito, mas pouco fazemos para que as mentalidades mudem. Por isso, vivamos cada dia da melhor maneira que pudermos e soubermos, tentando sempre fazer o nosso melhor nesta sociedade da qual fazemos parte. Dou-te os parabéns e agradeço-te muito este belo momento. Aproveito também para te desejar um bela noite de consoada, com a alegria possivel, junto dos teus filhos e netos. Um beijinho carregadinho de amizade.
Emilia

Carla Ceres disse...

Um conto de Natal futurista! E com vestígios de outras mitologias, além da presença preocupante de outra religião viva. Parabéns, Mariazita! Artistas existem para ousar inovar. Beijinhos!

Os olhares da Gracinha! disse...

Mariazita... um Natal bem diferente e os "nossos natais" serão doces recordações!!!
Boa semana!
https://mgpl1957.blogspot.pt/

O meu pensamento viaja disse...

Gostei muito dessa antecipação, Mariazita que provavelmente se irá concretizar como sempre acontece com a ficção.
Beijo

O Árabe disse...

Belo conto, Mariazita! Consola-nos o saber que, apesar de todas as tolices que os homens praticam contra a vida e a natureza, ao menos no coração de alguns de nós sempre haverá espaço para o Natal! Espero que já estejas plenamente recuperada, amiga; boa semana!

Rosana Marti disse...

Mi querida amiga. Qué entrañable relato ahora que se acercan a nuestros hogares las fiestas navideñas, donde el amor, la paz y el recogimiento con la familia se hace tan hermoso que las emociones afloran en estos días. Te deseo de corazón unas felices fiestas en compañía de las personas que aprecias.

Un beso inmenso y mil abrazos de amistad.

Rosemildo Sales Furtado disse...

Apesar do grande avanço do modernismo, o homem ainda conserva o espírito do Natal. Lindo conto amiga.

Abraços,

Furtado.

Ives disse...

Muita paz e saúde no natal e em todos os dias do ano! Que o verdadeiro sentido do amor seja presente em todos os momentos, sempre! Felicidade. Ives Vietro

Maria Gloria D'Amico disse...

E os anos vão passar... e lá na frente, creio que vou me lembrar da minha querida amiga Mariazita que, em tempos passados, já havia posto no papel, com tanta criatividade e verdade, o momento atual.
Fiquei feliz de ver que nos pratos haviam bacalhau, pastéis, polvo, variados doces, pois tudo indica que poderá haver uma pílula com aromas da comida proposta no cardápio natalino ahahaha... só fico pensando em como será o líquido que irá lembrar o delicioso vinho do Porto.
Mariazita, tu és tão criativa, sabes!? O que gostei muito, é que os personagens principais, são avô e netos, lindo de ver! Sempre uma relação preciosa, inesquecíveis. Os avós são pérolas na vida dos netos, não importando o tempo!
Um conto diferente, como gosto, que prende a atenção até o fim. Não poderia ser diferente. Por aqui, não há espaço para a mesmice, o que é uma grandiosa qualidade.
Beijos minha querida amiga.

Maria Gloria D'Amico disse...

ops - inesquecível*

Portugalredecouvertes disse...

Adorei a minha visita de hoje Mariazita! o teu conto é uma delícia! netos, avós, ceia de Natal! como podemos não desejar que nunca acabe apesar das loucuras dos homens! fiquei feliz por menos "a reserva" mantém as suas tradições, que o bacalhau ainda sobra, e as couves, e os pudins!!!
obrigada pela prendinha desse lindo texto!
beijinhos
Angela

Helena Medeiros Helena disse...

Mariazita, minha querida amiga, somente hoje tive oportunidade de ver o vídeo com a última etapa da tua viagem. Entrava, via um pouco e não dava para comentar. Mas faço questão de registrar os pontos que mais me chamaram a atenção. Desculpe se não estão ordenados com o vídeo, pois vou citá-los de memória:
1. Imagino o teu entusiasmo com os embondeiros, principalmente porque, assim como eu, adoras as árvores, principalmente as de troncos ‘diferentes’.
2. Chamou-me a atenção o outdor com esta magnífica frase “Não deixes que uma gravidez na adolescência te impeça de continuar a sonhar”. Que bela expressão!
3. Agora vou falar baixinho para não perturbar o sossego, rs, como tu orientaste: Aquela zona sem stress muito me agradou. Acho que vou conhecer tão agradável recanto nas minhas férias de Janeiro. Ainda mais com os chalés cercados de verde. Um convite da natureza a se pensar... Uma pena, mas não conheço nenhum lugar da África. Quem sabe? As tuas narrativas e imagens despertaram a minha atenção para um lugar novo onde numa viagem de turismo terei muito a aprender.
4. O guia Ney tem uma altura extraordinária. Pareceu-me uma boa pessoa, deve ser um homem cativante com aquela bonita cor e ainda os olhos verdes, rs.
5. Tomara que a tartaruga já esteja recuperada dos ferimentos. Fiquei com muita peninha dela...
6. As crianças ajudando a família na luta diária, uma cena tocante.
7. Aquele restaurante da roça abriu-me um apetite daqueles. Depois de me fartar com a água daqueles cocos tão convidativos, eu iria degustar aquelas delícias do restaurante da roça ou do restaurante Santola
8. As folhas de sabão muito interessante e o ‘tanque’ ao ar livre... Que bela imagem!
9. O mercado parece ser uma atração muito agradável. Dá para ver o que me pareceu frutas e verduras no primeiro plano. Imagino a imensidão de produtos mais ao fundo. Um lugar para se ficar o dia todo, rs.
Minha amiga, espero que o registro e comentários das lembranças da ‘tua viagem’ que vieram se incorporar na minha memória, possa te dizer o quanto apreciei este teu generoso gesto em partilhar conosco a visão de lugares tão maravilhosos e de nos orientar em cada mudança de imagem. Um trabalho lindo! Parabéns!
Quanto a este conto futurista... Nem sei o que dizer! Uma obra de arte! Só alguém com a tua prodigiosa imaginação, com esta veia de “escritora” nata, poderia nesta época de Natal nos trazer uma história tão bela, com um enredo tão bem elaborado e com imagens tão reais, que nos damos ao luxo de estar ali, participando das comemorações com o pessoal da reserva.
As famílias poderiam se dar por muito felizes se num futuro como este que destacastes, apesar de todos os outros desconfortos e inconvenientes, pudessem manter o espírito de fraternidade, generosidade, doação, humanidade, solidariedade e amor, nas comemorações desta época de Natal.
Simplesmente perfeito o final desse teu conto de tão grandioso significado. Milhares de aplausos para ti, minha querida!
Lá no meu espaço tem uma singela homenagem aos amigos blogueiros, e tu não poderia faltar, pois aprendi a te admirar e a gostar de ti, não só pelas demonstrações de amizade para comigo, como também pelo carinho que tu espalhas por onde andas. Quando puder, dá uma chegadinha por lá.
Bem, meu anjo, só me resta desejar que o teu Natal seja vivido junto da família da forma mais bonita que o teu iluminado coração desejar. Que seja uma noite linda, perfumada e colorida com as flores do coração de Maria, nascidas naquele momento em que ela teve nos braços, pela primeira vez, o seu Menino Jesus.
Envio-te um beijo através de uma mimosa estrelinha que está aqui no vão da minha janela... Ela te dirá do meu carinho e admiração pela tua pessoa.
Leninha

Helena Medeiros Helena disse...

Mariazita, minha querida amiga, somente hoje tive oportunidade de ver o vídeo com a última etapa da tua viagem. Entrava, via um pouco e não dava para comentar. Mas faço questão de registrar os pontos que mais me chamaram a atenção. Desculpe se não estão ordenados com o vídeo, pois vou citá-los de memória:
1. Imagino o teu entusiasmo com os embondeiros, principalmente porque, assim como eu, adoras as árvores, principalmente as de troncos ‘diferentes’.
2. Chamou-me a atenção o outdor com esta magnífica frase “Não deixes que uma gravidez na adolescência te impeça de continuar a sonhar”. Que bela expressão!
3. Agora vou falar baixinho para não perturbar o sossego, rs, como tu orientaste: Aquela zona sem stress muito me agradou. Acho que vou conhecer tão agradável recanto nas minhas férias de Janeiro. Ainda mais com os chalés cercados de verde. Um convite da natureza a se pensar... Uma pena, mas não conheço nenhum lugar da África. Quem sabe? As tuas narrativas e imagens despertaram a minha atenção para um lugar novo onde numa viagem de turismo terei muito a aprender.
4. O guia Ney tem uma altura extraordinária. Pareceu-me uma boa pessoa, deve ser um homem cativante com aquela bonita cor e ainda os olhos verdes, rs.
5. Tomara que a tartaruga já esteja recuperada dos ferimentos. Fiquei com muita peninha dela...
6. As crianças ajudando a família na luta diária, uma cena tocante.
7. Aquele restaurante da roça abriu-me um apetite daqueles. Depois de me fartar com a água daqueles cocos tão convidativos, eu iria degustar aquelas delícias do restaurante da roça ou do restaurante Santola
8. As folhas de sabão muito interessante e o ‘tanque’ ao ar livre... Que bela imagem!
9. O mercado parece ser uma atração muito agradável. Dá para ver o que me pareceu frutas e verduras no primeiro plano. Imagino a imensidão de produtos mais ao fundo. Um lugar para se ficar o dia todo, rs.
Minha amiga, espero que o registro e comentários das lembranças da ‘tua viagem’ que vieram se incorporar na minha memória, possa te dizer o quanto apreciei este teu generoso gesto em partilhar conosco a visão de lugares tão maravilhosos e de nos orientar em cada mudança de imagem. Um trabalho lindo! Parabéns!
Quanto a este conto futurista... Nem sei o que dizer! Uma obra de arte! Só alguém com a tua prodigiosa imaginação, com esta veia de “escritora” nata, poderia nesta época de Natal nos trazer uma história tão bela, com um enredo tão bem elaborado e com imagens tão reais, que nos damos ao luxo de estar ali, participando das comemorações com o pessoal da reserva.
As famílias poderiam se dar por muito felizes se num futuro como este que destacastes, apesar de todos os outros desconfortos e inconvenientes, pudessem manter o espírito de fraternidade, generosidade, doação, humanidade, solidariedade e amor, nas comemorações desta época de Natal.
Simplesmente perfeito o final desse teu conto de tão grandioso significado. Milhares de aplausos para ti, minha querida!
Lá no meu espaço tem uma singela homenagem aos amigos blogueiros, e tu não poderia faltar, pois aprendi a te admirar e a gostar de ti, não só pelas demonstrações de amizade para comigo, como também pelo carinho que tu espalhas por onde andas. Quando puder, dá uma chegadinha por lá.
Bem, meu anjo, só me resta desejar que o teu Natal seja vivido junto da família da forma mais bonita que o teu iluminado coração desejar. Que seja uma noite linda, perfumada e colorida com as flores do coração de Maria, nascidas naquele momento em que ela teve nos braços, pela primeira vez, o seu Menino Jesus.
Envio-te um beijo através de uma mimosa estrelinha que está aqui no vão da minha janela... Ela te dirá do meu carinho e admiração pela tua pessoa.
Leninha

Lúcia disse...

Para os bem jovens de hoje, seria admissível situações maravilhosas como as do conto!Excelente, minha querida amiga!Usar a imaginação para "gerar" vida boa, alegre, fraterna, solidária...chega a ser divino. Obrigada, por nos entreter com tantas delícias, Mariazita!
Beijos, querida!

Daniel Costa disse...

Querida amiga Mariazita
É exelente este teu verdadeiro conto da ANTGECIPAÇÃO, embora me pareça a ideia que pode parecer hoje, amanhã já pode estar ultrapassada ou, por outro lado, podemos pensar no velho rifão do meu Oeste Natal: "verás tudo amanhado, verás tudo acabado". Não imagino a fim do mundo, prevejo sim algum cataclimo, algures, a natureza a ordenar o nosso mundo que caminha a passos largos para a degradação.
Mas o belo naco de prosa, dava para também (é factual em qualquer escritor) - deixas intuir, também como gostas que seja o teu Natal gastronómico.
Parabéns boa amiga!...
Beijos de amizade

Berço do Mundo disse...

Que futuro tão deprimente, cara Mariazita, ainda que perfeitamente possível tendo em conta a forma como a Humanidade encara o planeta e os seus recursos. Espero nunca comemorar um Natal assim (pelo menos enquanto for viva, como diz o protagonista). Mas, confesso, queria um tapete com auto-limpeza.
Votos de um Feliz Natal, com bacalhau pescado no mar, couves da horta e comida biológica.
Beijinhos festivos
Ruthia d'O Berço do Mundo

Existe Sempre Um Lugar disse...

Boa tarde, maravilhoso conto, sua criatividade é enorme, consegue escrever de um modo cativante.
Continuação de boa semana,
AG

Ana Freire disse...

E caminhamos a passos largos, para um futuro bem assim...
Felizmente... algumas tradições, como o Natal, talvez continuem a ser assinaladas...
Um futuro cheio de tecnologia e inovação... mas com muito pouca qualidade de vida... um conto bem realístico, Mariazita!
Parabéns pela criatividade!
Um beijinho grande! Desejando-lhe a continuação de uma boa semana!
Ana

Anne Lieri disse...

Mariazita, um conto de Natal futurista muito interessante! Vc escreve de modo cativante,adorei! Um Natal de muita paz e amor junto aos seus familiares! bjs,

Amélia disse...

Olá Mariazita.
Maravilhoso conto de Natal futurista. Adorei. Nunca lhe falte a criatividade de escrever tão bem.
Bjos

Vieira Calado disse...

Olá, amiga! Aí vai um conto de Natal... de hoje!https://vieiracaladolivrosvideo.blogspot.pt/2016/12/natal-dos-sem-abrigo.html

Saudações poéticas!

Vieira Calado disse...

Olá, amiga! Aí vai um conto de Natal... de hoje! https://vieiracaladolivrosvideo.blogspot.pt/2016/12/natal-dos-sem-abrigo.html

Saudações poéticas!

Maria Gloria D'Amico disse...

Sim, minha querida amiga, esperemos que seja diferente... mas... contudo...
Bem, vim dar-lhe um abraço, com votos das melhores festas com a tua família e queridos, com alegrias e ótimas vibrações.
Beijocas tropicais bella mia!

Jaime Portela disse...

Achei o teu conto de Natal surpreendente e impressionante.
Porque, para além da excelente narrativa, colocaste o dedo na ferida ambiental, que depressa será a causa de muitos problemas para a vida na Terra.
Tem Um bom fim de semana e um FELIZ NATAL, mas à moda antiga... querida amiga Mariazita.
Beijo.

rosa-branca disse...

Amiga Mariazita, com o passar dos tempos não sei se este seu conto, não se tornará real. Imaginação é que não lhe falta e devo dizer-lhe, que adorei. Como está o Miguel? Espero que já esteja bem. Feliz Natal amiga com muita saúde, paz e muito amor. Beijos com muito carinho (também ao Miguel)

Antonio Pereira Apon disse...

Passando para desejar um bom natal, com Noel ou não, mas repleto de Jesus em cada mente e coração. Que o esperançar de novos dias, traga um renovado e renovador ano, pleno de possibilidades, transbordante de paz,saúde, prosperidade e muito amor para você, seus parentes, amigos, vizinhos e toda nossa “aldeia planetária”.

Um fraterno e grande abraço. Com as minhas sinceras vibrações por tempos melhores para todos nós.

Não vou te dedicar uma mensagem específica, mas um escrito de natal ou ano novo, selecionado “aleatoriamente” pelo sistema em:
http://www.aponarte.com.br/2016/12/mensagens-natal-ano-novo-sorteadas.html

Espero que goste.

Bom natal e melhor ano novo!

Desnuda disse...

Olá minha amiga!

Um conto fantástico e que apesar de tantos pesares os corações permanecerão se confraternizando através dos tempos e o amor presente, sempre o melhor presente! Onde há amor, há respeito, vida, solidariedade e esperança.A biodiversidade precisa ser garantida para a nossa sobrevivência ,possibilitando esta futura confraternização, mesmo com o pouco que restará futuramente, porque hoje já agoniza...

Despeço-me com votos de um Santo Natal e um Novo Ano mais promissor em todos os sentidos para você e seus amados . Saúde e Paz!

Beijos e grande abraço

Sarinha.

A Casa Madeira disse...

Olá Mariazita, passando para te desejar um belo natal,
e uma boa entrada de ano.
Abraços.
janicce.

Ceciely disse...

Precioso cuento que nos has traído, querida Mariazita. Es un encanto leerte.
Paso a desearte Amor, Paz y Esperanza en estas fechas tan significativas para nuestro mundo.
Abrazos efusivos.


Fê blue bird disse...

Querida amiga, parabéns pelo seu talento e imaginação !

Este seu conto deixou-me com um aperto no peito pois temo que num futuro mais ou menos distante, esta seja a realidade.

Mariazita, desejo que o seu Natal seja recheado de partilha, amor e paz, na companhia de todos os que lhe são queridos.

Um grande abraço, com amizade

Kasioles disse...

Tienes una imaginación desbordante, a mí no me sorprende, pues eres una gran escritora.
De todas formas, tu relato da que pensar, en un futuro pueden ocurrir tantas cosas...
Dispongo de poco tiempo, como verás ya llevo semanas sin publicar, pero no quisiera que se pasasen estas fechas sin hacer un hueco para ti y desearte, junto con los tuyos, una muy FELIZ NAVIDAD Y UN VENTUROSO AÑO 2017.
Cariños en abrazos.
kasioles

Miguel disse...

Nina minha
As tuas qualidades de escritora estão bem visíveis neste conto que, espero, não seja um vaticínio, mas apenas pura ficção para prazer dos teus leitores. Gostei IMENSO!
É preocupante verificar os verdadeiros atentados que o Homem tem vindo a perpetrar contra a Natureza. Mas, como sou optimista por natureza, acredito que, antes que seja tarde demais, surja Alguém, verdadeiramente iluminado, que consiga por fim a tais desvarios, e assim salvar o nosso lindo Planeta azul.
Desejo, de todo o meu coração que, no Natal, te sintas rodeada do grande Amor que te acompanha ao longo dos dias do ano, e que o Ano Novo continue a inspirar-te como tem feito até agora.
Festas muito felizes para ti e toda a tua linda família.
Deixo-te todo o meu amor fraterno.
Teu,
Miguel

Elvira Carvalho disse...

Caminhamos para um ponto sem retorno, talvez quem sabe, semelhante a este conto.
Amiga, desejo-lhe um Santo Natal, e um 2017 saudável e feliz.
Um abraço

Rosemildo Sales Furtado disse...

Olá Mariazita! Passando para agradecer a tua visita e gentil comentário, assim como desejar um Feliz Natal e um próspero Ano Novo para ti e para os teus.

Abraços,

Furtado

Smareis disse...

Um bonito conto de Natal Mariazita!!

Estive um pouco ausente durante alguns dias. Mais não poderia deixar que o ano terminasse sem passar aqui pra deixar meu carinho e meus agradecimentos por termos caminhado pelo menos um pouco durante esse ano de 2016 nessa blogosfera. Muito obrigada!
Que o menino Jesus esteja sempre presente na sua vida.
Desejo a você e à sua família um Natal de Luz e um próspero Ano Novo
Repleto de alegrias e bênçãos!
Boas Festas!
Feliz Natal!
Feliz 2017!
Blog da Smareis

O Árabe disse...

Boa semana, Mariazita, e obrigado pela companhia constante. Feliz Natal, de paz e harmonia, na companhia daqueles a quem amas; boa semana!

Francisco Manuel Carrajola Oliveira disse...

Um belo conto de natal que gostei bastante de ler minha amiga.
Um Santo e Feliz Natal.
Andarilhar

Amélia disse...

Olá Mariazita!
Faço votos de um Santo e feliz Natal, um excelente 2017
Beijo grande

Maria Rodrigues disse...

Um conto extraordinário.
Minha amiga o Natal é tempo de perdão e benevolência, de alegria e amizade, de generosidade e carinho. Tempo de Paz e Amor. Que a magia e o espírito do Natal, iluminem agora e sempre o seu caminho tornando-o colorido e pleno de felicidade.
Feliz NATAL e um excelente Ano Novo.
Beijinhos
Maria

Existe Sempre Um Lugar disse...

Votos de Feliz Natal em família,
AG

Ana Tapadas disse...

Uma beleza de conto!

Um Santo Natal.

Beijinho meu

Abuela Ciber disse...

FELIZ NOCHEBUENA!!!!
FELIZ NAVIDAD !!!!!!
.
Nos vemos el año entrante....
te dejo un presente en estas palabras mensajeras,
portadoras de cariño y energias de BienEstar:
-
Te deseo:
Que tú corazón esté ligero y tus bolsillos pesados.
Que la Buena suerte te persiga.
Que cada día y cada noche tengas
muros contra el viento,
y un techo para la lluvia.
Que tengas alimento junto a la fogata y
risas para consolarte.
Que aquellos a quienes amas estén cerca de ti,
Y........
todo lo que tú corazón desee!
.

Jaime Portela disse...

Reli o teu conto e acho que ainda gostei mais do que da primeira vez.
O meus votos de um FELIZ NATAL e de um BOM ANO NOVO, querida amiga Mariazita.
Beijo.

Odete Ferreira disse...

Pois, bem pode ser assim no futuro...
Parabéns pela criatividade e pela trama narrativa, amiga.
Passou-me a postagem, mas quando passares pela minha última postagem perceberás a razão porque tenho estado menos presente no virtual.
Bjo :)

manuela barroso disse...

E cada vez o Natal será vivido de uma outra forma, porém as raízes ficarão sempre a sustentar a Grande Àrvore. Bela narrativa Mariazita.
Desejo Excelentes Entradas
Beijinho!

Beatriz Bragança disse...

Querida Mariazita
Imaginação não lhe falta! Fico a pensar se será assim nessa altura?...Nunca o saberei...
Como escreve bem, prendendo os leitores da primeira à última frase!
Já tinha saudades de vir até aqui.
Feliz 2017.
Um beijinho
Beatriz