sexta-feira, 31 de outubro de 2014

MOMENTO DE POESIA - O ADEUS

O ADEUS
Chorar é compreender a dor que, amargamente,
O coração guardou, em ânsia louca.
É reviver, em lágrima silente
A sinfonia cantada pela boca
A lágrima que escorre docemente
Nada mais é que o bálsamo da dor.
Mais tarde, a triste gota pungente
Há-de transformar-se em viva flor.
Quando em meus lábios um sorriso imorredouro,
Quando em meus olhos luzes de ouro
Banharem as escuras sendas dos caminhos meus

Todos vão notar que foi sobre espinhos
E não por fantásticos caminhos
Que eu pude, por fim, dizer-te adeus.
Mariazita

terça-feira, 14 de outubro de 2014

FALANDO DE FÉRIAS

VAMOS FALAR DE FÉRIAS

Como prometi no meu post anterior hoje vamos falar de férias, das minhas férias deste ano – 2014 – que constituíram para mim uma espécie de “romagem de saudade”.
Há uma série de locais que não me atrevera, ainda, a revisitar desde há dois anos a esta parte…
Decidi que era altura de ultrapassar esses “medos”.
Para o efeito dividi as férias em 3 ou 4 partes.
As primeiras duas semanas foram destinadas a passeios diários, saindo de manhã e regressando à noite.
Há uma imensidade de locais lindíssimos nos arredores de Lisboa, já meus conhecidos, que revisitei, o primeiro dos quais foi A QUINTA DA REGALEIRA.
Como o horário de funcionamento, no Verão, é das 10 às 20H, partimos a seguir ao pequeno-almoço, e lá passámos o dia.
Na serra a temperatura é, geralmente fresca, pelo que convém não usar roupa demasiado fresca…
Com o seu maravilhoso “Palácio da Regaleira”, onde se misturam vários estilos arquitectónicos, do romântico ao gótico, do renascentista ao manuelino…


a Quinta da Regaleira situa-se na encosta da Serra de Sintra, a pouca distância do “Centro Histórico de Sintra”.
O Palácio foi classificado, em 2002, como «Imóvel de Interesse Público»
É rodeado pela quinta de 4 hectares, com jardins luxuriantes,



lagos,
 



e fontes,
 


grutas
 
e pequenos edifícios esparsos entre árvores altíssimas.
 
Ponto obrigatório na visita à Quinta da Regaleira - o famoso e monumental «Poço Iniciático», com nove patamares, espécie de torre invertida que mergulha nas profundezas da terra, e que, segundo consta, era usado em rituais de iniciação à Maçonaria – daí o seu nome – Poço Iniciático.
Diz-se ainda que os nove patamares representam os 9 círculos do inferno, do paraíso e do purgatório.
No fundo do poço (foto da direita) pode ver-se uma “rosa-dos-ventos” sobre uma cruz dos “Templários”.
 
  (Visto de baixo para cima)                 (Visto de cima para baixo)

Depois de um dia muito bem passado e um enorme cansaço, já que, para se visitar tudo, andam-se vários quilómetros a pé, regressamos a casa cerca das 19 horas.
 
PS - Este foi um dos vários locais que revisitei nas férias deste ano.
No post do dia 14 de Novembro continuarei a falar de Férias, se tal vos aprouver…
A próxima postagem, dedicada à Poesia, será publicado no dia 31 de Outubro.