domingo, 6 de novembro de 2011

LENDA DO OÁSIS DE HUACACHINA



Há, no Peru, um local chamado oásis de Huacachina.
Trata-se de uma região formada por dunas de areia branca, tendo ao centro um belo lago verde, cercado de árvores.
Como em muitos outros sítios naquele país, existe um certo misticismo a respeito deste local.
São muitas as lendas a ele  associadas.
Dentre várias escolhi uma história de amor muito antiga, passada em tempos pré-hispânicos, que conta a vida de uma donzela que, com suas lágrimas, terá formado o lago do oásis.

A Lenda do Amor Perdido
Vivia em Cacaraca, centro indígena de alguma importância, uma donzela de olhos verdes, cabelos negros como azeviche, curvas sensuais como as vasilhas do Templo do Sol de Corikancha (Cuzco - um dos recantos mais sagrados para os incas).
Próximo, em Pariña Chica, vivia Ajall Kriña, jovem de olhar duro e forte, em combate, parecendo o bastão que se ergue na mão do guerreiro ou polida flexa em arco estendido; mas de olhar doce quando em paz, na sua terra, com um riso que fazia lembrar nota de música antiga, lançada por fatigado guerreiro, que regressa após prolongada ausência.
Ajall Kriña enamorou-se perdidamente pela jovem princesa do “pueblo”, de formas arredondadas de virgem.
Um dia, quando a jovem levava na ilharga o cântaro da água pura, a sua alma, apagada e muda até então, abriu a jaula e deixou cantar o seu coração, como uma cotovia:

Mi corazón en tu pecho cómo permitieras;
aunque penda de un abismo,muy hondo,
muy hondo o estrecho
de modo que tú me quieras
como tu corazón mismo.

A princesa Huacachina, a das lágrimas eternas, assim chamada porque desde que os seus olhos se abriram para a vida não fizeram senão chorar, não tardou em corresponder ao carinho profundo, fervoroso e intenso do feliz varão dos olhos mutantes -  de dureza ou doçura, de aço ou de mel.
Todas as manhãs e todas as tardes, nos cálidos ocasos ou nas rosadas auroras, Huacachina, cujas lágrimas parecia haverem secado para sempre, entregava a Ajall Kriña os carinhos do seu coração, as joias da sua ternura, o calor da sual alma pura e simples.
Mas a felicidade, que sempre julgamos eterna, voou como Zéfiro fugitivo que se some por entre as folhas das árvores.
Ordens de Cuzco dispunham que todos os jovens se apresentassem para sair imediatamente a combater a sublevação de um longíncuo “pueblo” beligerante.
Ajall Kriña, com a alma dilacerada, despediu-se da sua jovem feiticeira.
Ela jurou-lhe amor, carinho e fidelidade. Ele, feliz por sentir que ela não o trairia, e não entregaria o seu coração a nenhum outro, marchou com os outros do seu “pueblo” a caminho do “pueblo” revoltoso, a fim de debelar a rebelião e sufocar o movimento sacrílego contra o ‘Deus-Inca’.
Ajall Kriña, com terríveis feridas abertas, cicatrizes no corpo todo, morre em combate, depois de ter lutado como um leão.
Logo a má notícia chegou a Huacachina.
A bela princesa dos olhos feiticeiros, como louca, desesperada, a coberto das sombras da noite que se aproximava, sem que seus pais se apercebessem, caminhou pelos montes até cair prostrada, abatida, suada.
O pranto que jorrava do manancial inesgotável de seus olhos caía nas areias co

mo panos  de cambraia, e estendiam-se para além da Huega.
As lágrimas rolavam e continuaram rolando muitos minutos, dias, meses… dos seus olhos injectados pela dor.
Quando a fome, a dor, a tristeza e a desventura romperam o frágil ctistal da sua alma e a vida passou veloz, essas abundantes lágrimas, absorvidas pelas areias escaldantes, surgiram à flor da terra, depois de terem saturado as entranhas da terra, que as devolveu por não poder suportar o contágio da imensa dor.
De dia as verdes águas evaporam-se, em pequenas quantidades e sobem até ao céu, como se fossem chamadas pelos deuses para aprender sobre a dor; de noite, quando as sombras e o silêncio empurram a luz e o ruido, a princesa sai, coberta com o manto da sua cabeleira que ondula sobre o seu corpo.
Com esse manto negro, muito negro, mas menos escuro que a sua alma, continua chorando o seu pranto de ausência e tristeza.
Algumas gotas  descobrem-se de manhã, logo ao amanhecer, sobre os raros juncos que às vezes brotam; vêem-se sobre as inúmeras folhas rugosas e notam-se em cada um dos dentes das folhas penteadas da velha alfarrobeira, que estende os seus ramos levantando-se sobre a cama de areia, para pedir aos ceus piedade e consolo destinados à princesa da triste sina, do sonho desfeito, do paraíso perdido

As lágrimas desta mulher, de olhos verdes e cabelo muito negro, foram formando pouco a pouco a lagoa. Diz-se que nas noites de lua nova ainda se podem escutar seus lamentos.


53 comentários:

Sonhadora disse...

Minha querida Mariazita

Simplesmente maravilhosa esta lenda e como sempre escrita com todo o esmero.
Não conhecia, mas é linda.

Deixo um beijinho com carinho, desejando um bom Domingo.

Sonhadora

Roberta disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marilu disse...

Querida amiga, obrigada pelas palavras de carinho que você deixou no Devaneios sobre minha singela homenagem a Saõzita e ao anjo Luizinho. Gosto muito da Saõzita é uma pessoa muito especial, assim como você. Um beijo do tamanho desse imenso oceano que nos separa. Tenha um lindo final de semana.

Severa Cabral(escritora) disse...

Belo alvorecer querida amiga !
gosto muito de lendas,pois quando era criança gostava de ouvir e acreditava ...essa não conhecia,mas achei interessante.
Bjs para aquecer teu domingo!

isa disse...

Uma lenda maravilhosa e que nos prende desde o início!
Beijo.
isa.

Zé do Cão disse...

Mariazita

A Sério:-- Adorei...

A Brincar: -- Ajall Kriña de Parinha Chica, ficou desvairado, quando viu a "Parinha da Chica" e como guerreiro que era, de lança em punho...
A minha história acaba já aqui.

Berijosd, minha amiga

✿ chica disse...

Encantamento é o que sinto ao ler essa linda lenda tão bem contada por ti aqui! Adorei! beijos,linda semana,chica

Pelos caminhos da vida. disse...

Um encanto de lenda amiga

Hoje é o Dia Nacional Do Sorriso.

Sorria...

Sorrir abre caminhos,
desarma os mal-humorados, contamina.
Mas sorria com a alma,
não apenas com os lábios.

Bom domingo!

beijooo.

Célia disse...

Uma lenda que foi um oásis para o meu domingo! Envolver-se em histórias bem contadas é benefício imenso para nossa alma! Obrigada!
Abraço, Célia.

vitorchuvashortstories disse...

Olá, Mariazita!

Por momentos esquecemos quem somos e o que somos, deixamos o pensamento correr livre, e voltamos atrás no tempo - no nosso.

As lendas são sempre mais interessantes do que a realidade - felizmente!

É bonito; gostei de ler.
Bom domingo.
Beijinhos.
Vitor

Lilazdavioleta disse...

Mariazita ,

para além de gostar de ler a lenda ,
deixo um beijo e votos de oa semana ,
Maria

elvira carvalho disse...

Não conhecia esta lenda, mas como todas as lendas é muito bonita.
Obrigada por partilhá-la.
Um abraço e bom Domingo

Regina Magnabosco disse...

Lenda fascinante. Conhece a lenda do Uirapuru, um pássaro brasileiro de lindo canto? É uma história parecida... Uirapuru era uma índia que precisou disputar o amor do índio com quem queria se casar, porque havia outra na tribo apaixonada por ele. Por ordem do cacique, Uirapuru e a outra deveriam flechar um pássaro em vôo e a que se revelasse mais brava caçadora teria o direito ao enlace. Uirapuru amava demais os animais e perdeu. Sofreu muito por não poder ter o seu amor e não conseguia mais viver na tribo. Tupã (o Deus) a transformou num pássaro e até hoje, seu canto (considerado um dos mais lindos da Amazônia) lembra o amor e a dor daquela donzela.
....
Muito obrigada, pelos comentários gentis no meu blog e pode, sim, me chamar de Rê :)
Um abraço!

Olinda Melo disse...

Mariazita

Esta lenda traz-nos o tema do amor eterno, que acalenta o coração de quem o sente e para ele vive para sempre:

Dois seres que se amam, ele morre e ela passa a vida toda a chorar, lágrimas sentidas, tantas, tantas que formam um lago.

As lendas têm sempre algo de mágico e a magia faz parte de nós,preenchem a nossa imaginação e os nossos sonhos.

Resto de bom domingo.

Beijinhos

Olinda

Maria disse...

Querida Mariazita que lenda mais linda, sempre excelentemente narrada e prendendo-nos contínuamente na sua leitura.
Bom domingo
Beijinhos
Maria

São disse...

Gostei da lenda, que desconhecia.

Reparaste na semelhança com a lenda da lagoa das Sete Cidades também ela repleta com o pranto de uma princesa(claro que tinha de ser a maior, pois as mulheres sºao sempre as que sofrem mais)?

Bons sonhos, minha querida neninha.

AFRICA EM POESIA disse...

MARIAZITa
Sei o que isso é... já passei tudo...e não foi fácil é preciso caminhar com Esperança. vou fazer o que de melhor sei fazer...rezar.
um beijo se quiseres um livro envio -to por correio...

vou fazer edição de autor.

no teu coração um beijo

Desnuda disse...

Minha querida amiga Mariazita,

Belíssima lenda de amor! Esta não conhecia e é realmente muito interessante e comovente. Adorei mais este presente, Mariazita! A força do amor tem esta magia que perdura eternamente.

Uma linda noite e abençoada semana. Beijo estalado de bom!

Agulheta disse...

Mariazita! As lendas tem sempre algo de místico e verdadeiro,li e gostei de ler e saber.
Beijinho e tudo de bom

Malu disse...

Nas tuas narrações das histórias não se perde um detalhe, uma gota sequer de emoção.
Eu gosto de ler cada linha que sinto serem escritas com carinho.
Grande abraço, Mariazita. Uma linda semana para si e sempre grata pelo seu carinho!!!

Lourdes disse...

Mariazita
Ando sem tempo para nada. Passo pelos amigos numa fugida, apenas para bisbilhotar. Penso que estou a ultrapassar esta fase e vou ter mais tempo para comentar.
Adoro as suas estórias e tenho um grande interesse por lendas. Gostei muito desta que não conhecia. Obrigada pela partilha.
Beijinhos
Lourdes

Emília Pinto e Hermínia Lopes disse...

Linda a lenda onde o amor é o tema principal como o deveria ser nas histórias reais do nosso dia a dia; falta magia e cor na vida de todos nós, porque o mundo esqueceu essa palavra sublime. Obrigada pela partilha, Mariazita, e espero que tudo corra bem e os problemas que tem tido se resolvam. Fico torcendo para que tudo passe. Beijinhos
Emília

Carla Ceres disse...

Oi, Mariazita! Gostei tanto da sua história que fui pesquisar sobre o oásis na internet. O lugar parece interessantíssimo. Vou tentar conhecer. Beijos!

Néia Lambert disse...

Oi Mariazita, a lenda é um encanto e aqui narrada por você ficou magnífica.

Tenha uma linda semana, beijos.

Evanir disse...

Só tenho de agradecer seu carinho para comigo, diariamente ou apenas quanto
sobra aquele tempinho tão desejado.
Como todos nos gostariamos de estar sempre presente,
mais na realidade temos dois mundos real e virtual.
O real nos chama as responsabilidades do nosso cotidiano;
O virtual faz parte do nosso coração cada amigo tem seu cantinho reservado
dentro de nos.
Um cantinho muito especial onde nada pode tocar .
Que Deus te cuide com carinho, Que indique o melhor caminho, Que te ensine sobre o verdadeiro amor,
Que te perdoe quando preciso for. Só Deus pra fazer tudo tão perfeito! Ser sua amiga é Perfeito!!
Te desjo uma de muito Amor. Paz e Luz.
Carinhosamente.
Evanir
Estou seguindo-te e te amando para sempre.

Sotnas disse...

Olá Mariazita, desejo que tudo permaneça sempre bem contigo!

Boas histórias e algumas lendárias sempre encontro por cá nesta tua Casa com histórias e lírios.
E sempre recheadas com esta tua sensibilidade no emprego das palavras sempre expressando os sentimentos contidos nas histórias, parabéns por compartilhar mais este belo texto com os virtuais amigos, e como por cá venho deveras agradecido, seja por tuas visitas e comentários sempre tão gentis, ou mesmo por tuas histórias que sempre encantam, eu me vou sempre deixando meu desejo que você e todos ao teu redor tenham um intenso e feliz viver, abraços e até mais!

CF disse...

Querida Mariazita
mais um dos seus contos desncontrados :)
Amores perdidos e ausentes fazem e continaurão a fazer as delicias dos mais belos contos de amor...embora tristes!
Gostei muito
bjs e fique bem

。♥ Smareis ♥。 disse...

Querida amiga, não conhecia essa lenda. As imagens e os detalhes são muito bonito e profundo. Que amor grande esse... quanto pranto de ausência e tristeza dessa donzela. Quantas foram a lágrima que de pouco a pouco formou uma lagoa.Isso que é amor. Beijos e ótima semana.

MARILENE disse...

Não conheço o lugar, mas as imagens que postou o mostram belo.
Lendas são maravilhosas. Entramos nelas. Sentimos a dor da donzela e a de seu amado ferido e morto. As lágrimas a formar o lago.
Gostei muito! Não a conhecia.

Bjs.

Cida disse...

Que história!...
Muito linda e triste ao mesmo tempo.

Mariazita, te desejo uma bela e abençoada semana.
Fique bem, fique com Deus.

Beijos afetuosos,

Cid@

Luis disse...

Minha Querida Amiga Mariazita,
Mais uma linda lenda que aprendi e gostei!
Pena que nos tempos materialistas que correm as pessoas não aprendam com elas!
A Vida só pode ser bela se houver Amor entre as gentes!
Beijinhos amigos.

Daniel Costa disse...

Mariazita

Adoro as lendas e ler o texto. Por outro lado, embora, sob pesquisa, escrito por ti é garantia de resultar numa leitura interessante.
Beijos

Bergilde disse...

Mariazita,
Abraço carinhoso!
Como é bela essa lenda!Adoro lendas,vivo contando as brasileiras que conheço pros meus filhos.
Uma boa semana pra ti!

Vera Lúcia disse...

Olá Mariazita,
A lenda é interessante e comovente.
A narrativa é impecável.
Gosto muito de lendas, pois elas nos trazem magia e encantamento.
Beijos.

Lilá(s) disse...

Não conhecia esta maravilhosa lenda, e como sempre escrita ao estilo Mariazita...
Bjs

Antonio Pereira (Apon) disse...

Olá Mariazita!

Bela postagem. As dores e alegrias da vida, moldam a alma humana. Aprender a superar as dores, é a grande arte do viver.

Obrigado pela visita e comentário no A arte da vida.

Um abração.

Cacá - José Cláudio disse...

Adoro lendas bem construídas, Mariazita. Aqui temos o Luis da Câmara Cascudo, para mim o maior pesquisador do folclore brasileiro e um grande contador de estórias. Gostei muito desta.

Mariazita, muito obrigado pelo carinho e pela solidariedade em minha perda. Ele, além de um ótimo pai era um grande amigo. Meu abraço. Paz e bem.

Tina disse...

Oiêêê!!!
Adorei vir te visitar hoje... tudo que gosto...boa conversa rsrs lendas, histórias...
Muito bom estar aqui.
bjs
Tina (SONHAR E REALIZAR) E ( MEU CANTINHO NA ROÇA)

Sônia Silvino disse...

Uma lenda maravilhosa e gostosa de se ler, amiga!
Beijocas!

Jardineiro do Rei disse...

Mariazita...
Estas lendas transportam-nos para o universo do fantástico. Muitas vezes ficamos sem saber onde termina a magia e começa a realidade. Fazem parte da história ancestral da humanidade. Ainda bem que há quem, como tu, nos vai trazendo estes pedacinhos de lenda e de magia.
Obrigado!

joão

Maria João disse...

Querida Mariazita

Quantas lagoas mais existiriam se a lenda fosse a história verdadeira...
mas não é, embora seja mágica esta forma de explicar as coisas.

Um beijinho grande

Severa Cabral(escritora) disse...

Boa noite minha querida!
vim te fazer uma visitinha e dizer que estou lá no blog do escritor e poeta Daniel Milagre.Convido você para fazer-lhe uma visita .Mesmo vivendo além mar vcs tem uma grande afeição por nós brasileiros e pela aliança que nos une.
BRASIL X PORTUGAL
http://danielmilagredanieldaniel.blogspot.com/

Susy Ramone disse...

Olá! Quanto tempo! Vim te visitar. Faz tempo que não passa lá no Red Rose. Eu Tb ando meio relapsa com as minhas visitas. É muita correria. Rs.
Bom, gostaria de te convidar para conhecer o meu novo trabalho.

montessales.blogspot.com

Espero que goste!

Beijos

Jardineiro do Rei disse...

Olá Mariazita...
Respondo aqui aqui à pergunta que fazes no meu blogue: Mirtilo e Murtinho são frutos diferentes. Ambos são bagas. O Mirtilo (Vaccinium myrtilus), produz as bagas conhecidas por Mirtilos. É um arbusto que pode atingir os 2 metros de altura, originário das zonas frias do Hemisfério Norte. É uma planta que necessita de pelo menos 500 horas com temperaturas médias entre os 11º e os 13º celsius, daí ser encontrada em estado selvagem no Gerês e na Serra da Estrela.
Os Murtinhos são as bagas da Murta (Myrtus Communis, de aue falo no meu blogue.

um abraço

joão

Jardineiro do Rei disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jardineiro do Rei disse...

Mariazita...

Eu gostava muito... muito... de te oferecer um licor dos meus...
Diz no meu endereço jardineiro.do.rei@gmail.com, como posso fazê-lo.

joao

ps. tu nunca incomodas...

Severa Cabral(escritora) disse...

Boa noite querida!
Vim te agradecer as lindas e emocionantes palavras que composeram teu comentário lá no blog do nosso Daniel.fiquei toda feliz pq é muito difícil vc passar para o outro quem realmente se é.E eu acho que tenho esse dom,pois me sinto com uma grande responsabilidade em demonstrar para as pessoas quem realmente sou,e acho que estou conseguindo .Devagarinho estou conquistando grandes amigos.E vc sabe que entrar no gosto do Daniel,tem que ter algo a mais.fiquei tão feliz e emocionada de ganhar aquela homenagem dele que tive que retribuir com uma tbm.Acho que vc gostou,pois juntei dos dois países que nos ligam.E claro que vc tbm faz parte,tem um pedacinho do bolo prá vc tbm,kkkkkkkkk
Sabia que vc com sua intelectualidade se torna tão fin e querida por mim.
Bjs munha linda!

Susy Ramone disse...

Muito contente com a sua visita! Obrigada e volte sempre que puder. Suas palavras me deixam muito feliz! beijos!!!

BlueShell disse...

Por isso gosto de vir aqui...é um encanto e o conhecer de outras culturas.
Grata.

Cacá - José Cláudio disse...

Voltei para desejar-lhe plena e rápida recuperação, Mariazita. Saúde é tudo oq ue temos de melhor. Um abraço feito remédio. Paz e bem.

Silenciosamente ouvindo... disse...

Desejo MUITO que já se encontre
melhor e que venha também a ter
"boas notícias".
Não sei como se programa um post
para ser inserido em x dia, aliás
há várias coisas na parte técnica
que eu não sei.
Beijinho e que tudo se torne mais
positivo.

Carla Ceres disse...

E eu voltei pra dizer que estamos com viagem marcada pro Peru. Vamos conhecer o lugar que você nos apresentou. Obrigada! :) Beijos! E continue melhorando.

Vall Nunnes disse...

Boa noite Mariazita.
Lenda muito bonita, me fez lembrar uma aqui do Brasil, só não consigo lembrar o nome. Mas o contexto é idêntico: um casal separado por motivos bélicos e ainda vem a morte para impedir pra sempre o amor dos dois.
Abraços minha querida!